terça-feira, 24 de janeiro de 2012

22 perguntas e respostas sobre pagamento eletrônico de frete - conta frete



PERGUNTA 1: Quais são as empresas administradoras de meios pagamento já habilitadas pela ANTT?

Resposta: A relação das Empresas habilitadas como Administradoras de Meios de Pagamento Eletrônico, com seus CNPJ, endereços e telefones, encontra-se disponível para consulta no site:http://www.antt.gov.br/PEF/PagamentoEletronicodeFrete.asp

PERGUNTA 2: A Resolução nº 3658/2011 já está em vigor?

Resposta: Informamos que a Resolução ANTT nº 3.658, de 19 de abril de 2011, está em vigor desde a data de sua publicação (art. 37).

PERGUNTA 3: Qual o prazo para que as empresas interessadas em operar como administradoras de meios de pagamento solicitem habilitação junto à ANTT?

Resposta: Não há prazo para que as empresas interessadas em operar como administradoras de meios de pagamento solicitem a habilitação junto à ANTT, nos termos da Resolução ANTT nº 3658, de 19 de abril de 2011.

PERGUNTA 4: Quais são as entidades aptas a expedir o Certificado de Conformidade?

Resposta: A Resolução ANTT nº 3658, de 19 de abril de 2011, não especifica nenhuma entidade. Conforme o art. 15 dessa norma, o pedido de aprovação do meio de pagamento eletrônico de frete será apresentado juntamente com o pedido de habilitação da administradora de meios de pagamento eletrônico de frete, quando se tratar de entidade ainda não habilitada, e deverá ser apresentar Certificado de Conformidade das ferramentas tecnológicas que suportarão as regras de negócio e os modelos operacionais de gerenciamento de seus meios de pagamento eletrônico de frete, expedido por entidade acreditada pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, por meio do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.

PERGUNTA 5: Gostaria de saber mais informações sobre a resolução nº 3658.

Resposta: O inteiro teor da Resolução ANTT nº 3.658, de 19 de abril de 2001, encontra-se disponível para consulta no site:http://www.antt.gov.br/resolucoes/07000/resolucao3658_2011.pdf.

PERGUNTA 6: Gostaria de saber a partir de que data a carta frete será proibida?

Resposta: Sobre o assunto informamos o disposto na Lei nº 11.442, de 5 de janeiro de 2007, alterada pela Lei nº 12.249, de 11 de junho de 2010: “Art. 5º-A. O pagamento do frete do transporte rodoviário de cargas ao Transportador Autônomo de Cargas - TAC deverá ser efetuado por meio de crédito em conta de depósitos mantida em instituição bancária ou por outro meio de pagamento regulamentado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT. § 6º É vedado o pagamento do frete por qualquer outro meio ou forma diverso do previsto no caput deste artigo ou em seu regulamento.” O inteiro teor das referidas Leis pode ser consultado no site: http://www4.planalto.gov.br/legislacao.

PERGUNTA 7: Existem tarifas definidas para a realização dos serviços por essas administradoras?

Resposta: Resposta: A Resolução ANTT nº 3.658/11, de 19 de abril de 2011, estabelece os serviços que não poderão ser cobrados do contratado (art. 24). Os valores das tarifas de serviços cobradas dos contratantes, pelas administradoras de meios de pagamento eletrônico de frete, serão estabelecidos por livre negociação (art. 25).

PERGUNTA 8: Quais são as formas de pagamento para transportador autônomo de frete?

Resposta: O pagamento do frete do transporte rodoviário de cargas ao TAC ou ao seu equiparado será efetuado obrigatoriamente por crédito em conta de depósitos mantida em instituição bancária ou outros meios de pagamento eletrônico habilitados pela ANTT (art. 4º incisos I e II da Resolução ANTT nº 3.658/11, de 19 de abril de 2011).

PERGUNTA 9: Gostaríamos de ir à ANTT para uma reunião de esclarecimentos sobre a Lei 12.249?

Resposta: O instrumento legal que regulamenta a Lei nº 11.442, de 5 de janeiro de 2007, alterada pela Lei nº 12.249, de 11 de junho de 2010 é a Resolução ANTT nº 3658, de 19 de abril de 2011. O inteiro teor da Resolução encontra-se disponível para consulta no site:http://www.antt.gov.br/resolucoes/07000/resolucao3658_2011.pdf Se, após a leitura, ainda persistirem dúvidas, favor enviá-las por e-mail para que possamos saná-las.

PERGUNTA 10: Como podemos acessar o serviço de Administradora de Meios de Pagamentos Eletrônicos de Frete?

Resposta: Conforme a Resolução ANTT nº 3.658/11, de 19 de abril de 2011: O contratante pode fazer o cadastramento através da internet ou por meio de central telefônica (art. 5º). A administradora deve disponibilizar as duas possibilidades (art. 28, IV).

PERGUNTA 11: O Meio de Pagamento Eletrônico pode disponibilizar combustível para abastecimento?

Resposta: Embora possa haver discriminação de valores titulados como combustível, não há possibilidade de vinculação destes ao abastecimento.

PERGUNTA 12: Podemos disponibilizar um Meio de Pagamento Eletrônico de Frete que permita ao contratado fazer abastecimentos em garagem interna e postos revendedores?

Resposta: Conforme a Resolução ANTT nº 3.658/11, de 19 de abril de 2011: Todos os valores creditados no Meio de Pagamento Eletrônico devem ter livre utilização, exceto o Vale-Pedágio. Uma vez que o valor do frete é a retribuição pelo trabalho do transportador, a Administradora não poderá definir onde ele irá abastecer ou qual o valor que será gasto em combustível.

PERGUNTA 13: Podemos disponibilizar um Meio de Pagamento Eletrônico de Frete que tenha a função saque, e este ser vinculado à determinada instituição bancária?

Resposta: Poderá ser disponibilizada função de saque vinculada à instituição financeira, desde que o transportador não seja obrigado a contratar qualquer outro serviço da Instituição e que sejam respeitadas as gratuidades previstas na Resolução ANTT nº 3.658/11.

PERGUNTA 14: Quem pode se habilitar para efetuar o pagamento dos transportadores rodoviários de cargas e quais são os requisitos ?

Resposta: Conforme a Resolução ANTT nº 3.658/11, de 19 de abril de 2011, em seu art. Art. 14º:
Art. 14. As pessoas jurídicas interessadas em atuar como administradoras de meios de pagamento eletrônico de frete deverão apresentar à ANTT pedido de habilitação, protocolado utilizando-se o formulário de que trata o Anexo desta Resolução, acompanhado dos seguintes documentos:
- cópia autenticada do contrato social da empresa, consolidado ou acompanhado de todas as alterações, no caso de sociedade comercial, ou do Estatuto e da ata de eleição da administração em exercício, no caso de sociedade anônima ou cooperativa, em que conste a administração de meios de pagamento dentre suas atividades sociais;

II - certidão negativa de falência ou recuperação judicial expedida pelo distribuidor judicial da comarca do município onde a pessoa jurídica está sediada;
III - certidões de regularidade para com as Fazendas Estadual e Municipal relativas à sua sede;
IV - demonstrações contábeis do último exercício social, não consolidadas, já exigíveis e apresentadas na forma da lei, devidamente auditadas por empresa de Auditoria registrada na Comissão de Valores Mobiliários – CVM, que comprovem a boa situação financeira da empresa, vedada a sua substituição por balancetes ou balanços provisórios; e
V - procuração outorgada ao signatário do pedido, caso este não seja seu representante legal.

§ 1º Apresentados documentos previstos no caput deste artigo, a análise do pedido de habilitação ficará condicionada à verificação e à comprovação, por parte da ANTT, dos seguintes itens:

I - inexistência de inscrição na Dívida Ativa da ANTT;
II - regularidade da inscrição no CNPJ;
III - regularidade fiscal junto à Receita Federal do Brasil;
IV - regularidade junto à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional;
V - regularidade junto ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço; e
VI - regularidade junto à Seguridade Social.

§ 2º A ANTT poderá solicitar os documentos complementares que entender necessários à análise do pedido, indicando o prazo para cumprimento não inferior a dez dias.

PERGUNTA 15: Contratamos um TAC para fazer o transporte e quem pagará o frete será o cliente. Neste caso, quem deve solicitar o CIOT ?

Resposta: De acordo com a Resolução ANTT nº 3.658/11, de 19 de abril de 2011, em seu art. Art. 5º: - Art. 5º O contratante do transporte deverá cadastrar a Operação de Transporte por meio de uma administradora de meios de pagamento eletrônico de frete e receber o respectivo Código Identificador da Operação de Transporte.

PERGUNTA 16: Pela Resolução ANTT nº 3.731, publicada no DOU em 21/10/11, a aplicação de penalidades para Pagamento Eletrônico de Frete - PEF passa a valer a partir de que data? Qual foi o motivo da alteração?

Resposta: Informamos que, nos termos da Resolução ANTT nº 3.731, publicada no DOU em 21/10/11, que altera dispositivo da Resolução nº 3.658, de 19 de abril de 2011:

Art. 1º Alterar o artigo 34 da Resolução ANTT nº 3.658/11, que regulamenta o art. 5º-A da Lei nº 11.442, de 5 de janeiro de 2007, que dispõe sobre o transporte rodoviário de cargas por conta de terceiros mediante remuneração e revoga a Lei nº 6.813, de 10 de julho de 1980, que passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art.34. Exclusivamente no que se refere ao contratante e ao contratado, a fiscalização, nos primeiros duzentos e setenta dias a partir da vigência desta Resolução, terá fins educativos, sem a aplicação das sanções previstas nesta Resolução.” (NR)

Portanto, o prazo da fiscalização educativa foi prorrogado por mais 90 dias , começando a aplicação das penalidades a partir do dia 23/01/12.

O motivo da prorrogação foi decorrente de solicitação do próprio setor e da necessidade de repor o período educativo inicial, dado que as Administradoras de PEF homologadas pela Agencia somente começaram a operar em 27 de setembro de 2011, reduzindo o prazo de 180 dias da campanha educativa para menos de 30 dias.


PERGUNTA 17: O que é o CIOT?

Resposta: O CIOT é o Código Identificador da Operação de Transporte. Ademais, segundo a Resolução ANTT nº 3.658/11, Inciso II:

II - Código Identificador da Operação de Transporte: o código numérico obtido por meio do cadastramento da Operação de Transporte nos sistemas específicos.

PERGUNTA 18: Como consigo o CIOT da viagem?

Resposta: Segundo a Resolução ANTT nº 3.658/11, o Contratante do serviço é responsável por este cadastramento da operação que deverá ser feito pela internet ou por meio de central telefônica disponibilizada pela administradora de meios de pagamento eletrônico de frete, que gerará e informará o Código Identificador da Operação de Transporte-CIOT.

PERGUNTA 19: A obtenção do CIOT gerado pela administradora de meios de pagamento eletrônico de frete é gratuita?

Resposta: Sim é gratuita.

PERGUNTA 20: Onde deve constar o CIOT?

Resposta: Cabe ao emissor do Contrato ou do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas – CTRC fazer constar, no respectivo documento, o Código Identificador da Operação de Transporte.

PERGUNTA 21: O Conhecimento de Transporte pode ser substituído por outro para fins de fiscalização?

Resposta: O documento aceito para fins de fiscalização são os mencionados no art. 39 da Resolução ANTT nº 3.056, de 12 de março de 2009.

PERGUNTA 22: Posso cadastrar a Operação de Transporte sem a utilização de uma administradora de meios de pagamento eletrônico de frete?

Resposta: Conforme a Resolução ANTT nº 3658/2011:

Art. 4º O pagamento do frete do transporte rodoviário de cargas ao TAC ou ao seu equiparado será efetuado obrigatoriamente por:


I - crédito em conta de depósitos mantida em instituição bancária; ou II - outros meios de pagamento eletrônico habilitados pela ANTT.


Art. 5º O contratante do transporte deverá cadastrar a Operação de Transporte por meio de uma administradora de meios de pagamento eletrônico de frete e receber o respectivo Código Identificador da Operação de Transporte.
Parágrafo único. O cadastramento da Operação de Transporte será gratuito e deverá ser feito pela internet ou por meio de central telefônica disponibilizada pela administradora de meios de pagamento eletrônico de frete, que gerará e informará o Código Identificador da Operação de Transporte.


Fonte: ANTT

Carta-frete está proibida em quase todo o País


O fim da carta-frete, decretado na era Lula e regulamentado no ano passado por meio da criação do novo sistema de pagamento de fretes aos transportadores autônomos, está mudando todo o cenário do transporte rodoviário de cargas em nosso País.
A partir de ontem, 23 de janeiro, a Agência Nacional de Transportes Terrestres, ANTT, iniciou o período de vigência da Resolução 3658, que regulamenta o sistema de pagamentos e proíbe o uso da carta-frete, instrumento de remuneração que sempre gerou grandes reclamações por parte dos autônomos, pois os obrigava a pagar combustível com ágio e gastar o dinheiro em locais indicados pelos contratantes.
Com o fim da carta-frete, quem contratar os serviços de um caminhoneiro autônomo deve pagar o frete somente de duas formas: via depósito em conta bancária, desde que o titular da conta seja o transportador, com registro RNTRC (Registro Nacional de Transportador Rodoviário de Cargas), ou pelo sistema de pagamentos eletrônicos regulamentado pela ANTT.
Os representantes dos autônomos comemoraram a medida e esperam que ela represente uma nova era para as condições e trabalho dos caminhoneiros. “É o fim do frete de cabresto. Este é o resultado de um trabalho árduo da UNICAM e de outras entidades parceiras, que lutam pela melhoria das condições para os caminhoneiros de nosso País. Este ato acaba com uma escravidão de mais de 50 anos. Para nós, o importante é a inclusão social do caminhoneiro. Agora o caminhoneiro é livre para abastecer onde quiser, pagando o diesel sem ágio”, comenta José Araújo “China” da Silva, presidente da União Nacional dos Caminhoneiros, Unicam.
Todas as operações de pagamento de frete, seja via depósito bancário ou sistema eletrônico, estão atreladas ao conhecimento de transporte e ao registro RNTRC do transportador. Caso opte por receber o frete via cartão eletrônico, o transportador poderá utilizar o sistema para fazer saques e pagamentos de compras como em um cartão de débito comum, mediante uso de senha pessoal.

O cartão só aceitará créditos provenientes das rubricas frete, vale-pedágio obrigatório, combustível e despesas. Fica proibido cobrar ágio ou indicar estabelecimentos para a utilização do pagamento do frete.

No lado dos empresários, o Rio Grande do Sul lidera um movimento contra a medida e o sindicato que representa as transportadoras gaúchas, o Setcergs, conseguiu uma liminar para que seus associados não precisem cumprir a nova norma e continuem pagando os fretes com a carta-frete. O argumento é o aumento do custo, pois as administradoras de cartões cobram taxas de administração de até 4%.
No restante do Brasil, contratante de frete que desrespeitar o sistema de pagamento fica sujeito a multa equivalente a 100% do valor frete, limitado ao mínimo de R$ 550,00 e ao máximo de R$ 10.500,00. Se deixar de cadastrar uma operação de transporte, o contratante terá que pagar uma multa de R$ 1.100,00 por operação.
Os caminhoneiros autônomos que receberem frete por meios fora dos regulamentados pela ANTT estarão sujeitos à penalidade de perda do registro RNTRC e pagamento de multa de R$ 550,00.
Fonte: Leonardo Andrade / Transporta Brasil

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Caminhão VW Constellation 24.250 é mais vendido do Brasil em 2011



O modelo VW Constellation 24.250 ficou mais uma vez no topo da tabela de caminhões mais vendidos no País. A empresa comemora ainda a marca de líder em veículos comerciais com 61.968 unidades comercializadas

Pelo quinto ano consecutivo, um caminhão Volkswagen é o mais vendido do Brasil. O modelo VW Constellation 24.250, que há quatro anos ocupa o primeiro lugar no ranking, conquistou o topo da tabela com 12.721 unidades emplacadas, segundo dados públicos do Registro Nacional de Veículos Automotores - Renavam. Mais dois veículos Volkswagen aparecem no ranking: o VW Delivery 8.150 – líder do ranking em 2007 - foi o segundo colocado, com 7.688 unidades, e o VW Delivery 9.150, que conquistou a sétima colocação, com 5.061 caminhões emplacados no Brasil.

Além das excelentes colocações no ranking, a MAN Latin America comemora mais uma marca: a empresa é a primeira do País em vendas de veículos comerciais com 61.968 unidades entre caminhões e ônibus vendidos em 2011, um crescimento de 18% em relação a 2010. A empresa é ainda líder há nove anos consecutivos na venda de caminhões no Brasil. No ano passado, foram 50.829 caminhões emplacados e uma participação de 29,7%, de acordo com dados do Renavam.

Veículo de vocação estradeira, o VW Constellation 24.250 possui terceiro eixo de série e oferece a confiabilidade do motor eletrônico Cummins turbo intercooler. Sua cabine reúne características de grande conforto e produtividade, e é oferecida nas versões estendida e leito. Já o VW Delivery 8.150 alia as características de um caminhão robusto à maior capacidade de volume e carga. O modelo é ideal para frotas que fazem entregas urbanas e percorrem pequenas distâncias. Como os demais veículos da marca, a qualidade no acabamento e o pós-vendas eficiente completam os atrativos dos caminhões líderes de mercado.

Fonte: Portal Fator Brasil

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Toyota Corolla é o carro mais vendido no mundo em 2011


O Corolla foi, mais uma vez, o modelo mais vendido no mundo, segundo levantamento feito da revista Forbes. Foram 1,02 milhão de emplacamentos em 2011 do modelo, que é produzido em 15 países e vendido em 140 mercados.
Toyota Corolla 2012 (Foto: Divulgação)Toyota Corolla 2012 (Foto: Divulgação)
O resultado, no entanto, é 2% inferior às vendas do sedã em 2010, segundo dados da consultoria IHS Global. Já a Toyota viu suas vendas mundiais caírem 6% em 2011. A lista segue com carros igualmente globais – comercializados em diversos mercados alinhados à versão mais recente, com apenas mínimas modificações para atender especificações e perfis de cada mercado. São eles, na ordem: Hyundai Elantra, Wuling Sunshine, Ford Focus, Kia Rio, Ford Fiesta, Volkswagen Jetta, Toyota Camry, Chevrolet Cruze e Volkswagen Golf.
No Brasil
Campeão mundial de vendas, o Toyota Corolla também lidera os emplacamentos entre os sedãs médios no Brasil. Foram, segundo balanço da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), 53.147 unidades comercializadas em 2011 (até a 1ª quinzena de dezembro), colocando-o na 13ª posição na lista dos mais vendidos, novamente liderada pelo Volkswagen Gol.
O segundo colocado na categoria, com 22.962 emplacamentos (até a 1ª quinzena de dezembro), é o Honda Civic – outrora o quinto carro mais vendido mundialmente, mas que hoje, devido ao design mal recebido pelos consumidores e aos desastres naturais ocorridos no Japão no ano passado, viu suas vendas despencarem e está fora do top 10.
Fonte: G1

domingo, 8 de janeiro de 2012

Na estante do gestor: novidades literárias da semana

Os principais lançamentos e a resenha de um livro em destaque.



Crítica / Crise

Geógrafo marxista disseca origens da crise em misto de manifesto e aula

ELEONORA DE LUCENA

"Há uma luta de classes, tudo bem, mas é a minha classe, a classe rica, que está fazendo a guerra e estamos ganhando." A frase é do megainvestidor americano Warren Buffett, 81.
David Harvey, 76, geógrafo marxista britânico, quer provar que um dos homens mais ricos do mundo pode estar errado.
Para isso, conclama cidadãos a criar um movimento anticapitalista ou um "partido da indignação" para derrotar o "Partido de Wall Street". Para embasar a luta, disseca as origens da crise atual.
O resultado, misto de manifesto e aula de economia, está em "O Enigma do Capital" (Boitempo).
Professor de antropologia da pós-graduação da Universidade de Nova York, Harvey mantém um curso sobre "O Capital", de Karl Marx, na internet. Seus livros "The Limits to Capital" (Limites do capital), de 1982, e "O Novo Imperialismo" (Loyola, 2004) expõem a evolução capitalista e a ascensão das finanças.

Esse seu novo volume condensa muitas de suas ideias. Para ele, a crise atual da dívida soberana "tornou-se uma desculpa para a classe capitalista desmantelar o que sobrou do Estado de bem-estar por meio de uma política de austeridade".

Harvey parte do princípio de que, no capitalismo, as crises são inevitáveis e necessárias. Servem para restaurar equilíbrios e resolver, ao menos temporariamente, as contradições internas da acumulação do capital. A forma como são enfrentadas define o caráter futuro do sistema.

Para averiguar as origens da crise, ele volta aos anos 1970, quando a acumulação capitalista tinha perdido força em razão de conquistas de trabalhadores e de movimentos sociais.
Uma "contrarrevolução neoliberal" ocorreu, reconstituindo o nexo Estado-finanças, e o "capital foi reempoderado em relação ao trabalho", escreve.

Harvey define o neoliberalismo como um projeto da classe capitalista para consolidar o seu poder.
Para ele, autor de "A Brief History of Neoliberalism" (Uma breve história do neoliberalismo), de 2005, a receita foi simples.

"Esmagar o poder da classe trabalhadora, dar início ao arrocho salarial, deixando o mercado fazer seu trabalho e colocando o poder do Estado a serviço do capital."

Nesses fatos ele enxerga a raiz da crise atual.

Especializado em geografia urbana, o autor aproveita para resumir suas análises que ligam a urbanização de Paris, conduzida pelo Barão Haussmann a partir de 1853, à eclosão da Comuna de 1871.

Faz conexões também entre o avanço dos subúrbios americanos e as revoltas no final dos anos 1960.
O geógrafo afirma que o capitalismo tem sido "surpreendentemente criativo" nos últimos 200 anos, mas esbarra agora em desigualdades crescentes. Sim, diz ele, o sistema vai sobreviver. Mas a que custo?, pergunta.

No final, ele resvala para um certo "igualitarismo radical" e acha que "conceber uma sociedade sem acumulação de capital não é diferente em princípio de conceber uma cidade sem carros".

"Por que não podemos todos apenas trabalhar lado a lado sem qualquer distinção de classe?", propõe.

Suas palavras soam românticas, utópicas e ingênuas. Podem ter eco em protestos de rua. Mas esfumaçam suas análises que querem buscar objetividade.


O ENIGMA DO CAPITAL
AUTOR David Harvey
EDITORA Boitempo
QUANTO R$ 39 (240 págs.)
AVALIAÇÃO Bom

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Lançamentos

#1 - NACIONAIS

TECNOLOGIA
Marketing na Era do Google
Vanessa Fox
EDITORA Altabooks
QUANTO R$ 49,41 (252 págs.)
TRADUÇÃO Lisandra da S. G. Coelho

A autora, uma ex-funcionária do Google, acredita que muitas empresas não percebem a importância dos mecanismos de busca (SEO, na sigla em inglês)para adquirir clientes e mostra, em um guia prático, como esses dados são úteis para angariá-los antes da concorrência.

ANÁLISE
Como a Economia Cresce e Por Que Ela Quebra
Peter D. Schiff
EDITORA Altabooks
QUANTO R$ 44,91 (256 págs.)
TRADUÇÃO Belva Reed

Bem-humorado, com ilustrações e pequenas histórias, o objetivo é traduzir o "economês". Citando exemplos reais, o livro explica as raízes do crescimento econômico, a importância do comércio, da poupança e do risco, entre outros assuntos, como inflação e juros.

APPLE
Steve Jobs em 250 Frases
Alan Ken Thomas (org.)
EDITORA BestBusiness
QUANTO R$ 19,90 (168 págs.)
TRADUÇÃO Joana Faro

O livro traz 250 frases ditas pelo fundador da Apple, Steve Jobs, em diversas ocasiões, que podem incentivar empreendedores ou apenas fazer o leitor entender melhor o fenômeno Jobs. As frases estão divididas em assuntos como o começo, negócios, liderança, tecnologia, legado e vida, entre outros.

TEORIA
Reinventando o Capital/Dinheiro
Rose Marie Muraro
EDITORA Idéias & Letras
QUANTO R$ 25 (256 págs.)

A obra traz uma leitura simples da história do dinheiro, das crises e da relação entre economia e política e propõe uma reinvenção do capital, que seria necessária para a sobrevivência da humanidade. Para a autora, isso seria feito abolindo a taxa de juros e investindo fortemente em educação.

MACROECONOMIA
Introdução à Economia, 2ª edição
Paul Krugman e Robin Wells
EDITORA Campus/Elsevier
QUANTO R$ 139,90 (960 págs.)
TRADUÇÃO Helga Hoffmann

Foram integrados a esta edição estudos de caso relativos à crise de 2008, que mostram a relação dos problemas do presente com princípios já conhecidos, além de uma discussão sobre o sistema bancário e sua vulnerabilidade diante de crises e o papel do Fed.

EMPRESAS
Valuation
José Odálio dos Santos
EDITORA Saraiva
QUANTO R$ 69 (304 págs.)

Um guia que conjuga teoria e prática, o livro mostra aspectos importantes na avaliação de empresas, entre eles, o risco do negócio, a idoneidade e o desempenho contábil-financeiro. Voltado para estudantes e profissionais, pode ajudar também no aprendizado de cálculo, gestão e monitoramento do valor das organizações.

#2 - INTERNACIONAIS

FINANÇAS
The Hedge Fund Mirage
Simon Lack
EDITORA Wiley
QUANTO US$ 34,95 (208 págs.)

De acordo com o autor, se todo o dinheiro que foi investido em fundos de "hedge" tivesse sido colocado em títulos do Tesouro americano, o resultado teria sido duas vezes melhor. No livro, Lack narra a história dos fundos de hedge e tenta mostrar com números como podem ser um péssimo investimento.

PSICOLOGIA
Thinking, Fast and Slow
Daniel Kahneman
EDITORA Farrar, Straus and Giroux
QUANTO R$ 30 (512 págs.)

O Nobel de Economia explica os dois sistemas que comandam nossa mente e revela a influência dos aspectos cognitivos em situações como o excesso de confiança em estratégias empresariais, dificuldades de prever o que vai nos fazer felizes no futuro, jogar o mercado de ações e planejar as férias.

por MARIA PAULA AUTRAN

Fonte: Folha de São Paulo

8 Essential Business Rules For Those Who Don't Believe In Rules





I don’t read a lot of business books. (Actually, I never read them.) But I do read the lists of the best-selling business books. Those lists give you a lot of insight into the current trendy areas for leadership and strategy. That’s a good reason to run in the opposite direction. Fast.

These best-sellers all have jazzy titles like “What Would Lincoln Do” and “The Kindergarten Test: If A Five Year Old Can’t Understand Your Plan, Start Over.”

I made all those up, but you get the point. At Conduit, our 7-year-old Israeli startup, we don’t necessarily do things by the book.

We offer publishers mobile apps and web apps; social media connectors; toolbars and notification alerts--all designed to give publishers an ongoing presence in the digital lives of their users. Right now, publishers are reaching more than 250 million individual users through our products.

We didn’t arrive at this idea based on any whiteboard analysis of market quadrants or business-school opportunity mapping. For us it was an insight that came from our experience and vision of the future of the web, as a competitive battlefield where publishers would be fighting for user attention. (When I say us, I include Gaby Bilczyk and Dror Erez, who founded the company with me.)

We don’t think of ourselves as a technology company or a tool developer, we think of ourselves as being in the engagement business. Which is a good business to be in, given that publishers are in a constant struggle to engage their users.

Just the other day I was reading a new study by the Pew Institute about Internet behavior. It found that 74% of online adults will visit the web for no other reason than to have fun and pass the time. That’s a great proof point for Conduit’s mission. Users act randomly and unpredictably, so publishers need smart ways to stay with them.

This random user behavior has been good for Conduit. We’re growing fast--we now have more than 300 people with 23 more job openings posted on our website. I’ve never run a company this big, and neither have my cofounders (and neither did Larry Page, Larry Ellison, Steve Jobs, or others who learned as they grew).

People ask me all the time how we’ve managed to be successful and to crash through the smallness barrier, to a scale that many Israeli companies haven’t been able to achieve. So here are some of the cultural characteristics that have helped us grow. I’m not promising that these are applicable or even relevant outside our walls, but I can say that they’ve worked for us.

Partner with people you’ve worked with before.

I’ve known Gaby and Dror for so long that there’s an entire dictionary of shorthand that we’ve established. For Dror, I like to ask “What exactly do you mean by no?” They say that the Eskimos have hundreds of words to describe snow. Dror has hundreds of ways to say yes and no.

The personality differences between founders needs to be cherished and protected even though they can make it hard, sometimes, to reach decisions quickly. I have found the trade-off to be incredibly valuable.

Believe in your core but don’t be afraid to change.

Without a belief in the fundamental mission of your business, there’s no spine to hold up the organization. But spines can bend, too. And must. Or arthritis sets in.

In our case, we always had engagement as our foundation. The Community Toolbar was the first solution, but we knew that we’d innovate right behind it with other ways for publishers to stay in front of their users. The acquisition of Wibya builds on those principles.

So we always had the end user in mind, we just didn’t target them directly although we are moving in that direction now.

As the company's evolved, we’ve changed our minds often. Sometimes in the same meeting, or after I take a shower. (There are many in the company who would prefer me to go shower-less for a few days, with whatever olfactory consequences might ensue.) But I believe that those zigs and zags make us stronger. In that way, we’re not like a typical U.S. company that prides itself on a disciplined decision-making processes.

Don’t be shy about telling people they won’t fit.

Not every company is for everybody, and the sooner that’s established the better.

I find more similarities among people who don’t work out, than among those who do. Those who fail are those who bring an agenda. Those who fail aren’t honest. Honest doesn’t just mean that they don’t lie about their expenses or walk out with a box of pens in their backpacks. It means they’re emotionally honest in the way they deal with their colleagues and think about problem-solving. Honest means living in reality of what can get done, and when.

Build your organization around the skills of talented individuals, rather than trying to find the right skill for a predefined job.

I believe it’s easier to change the job description in order to attract a great candidate, than to struggle to find the right person for a specific job. I’m aware this isn’t always possible, but keeping the flexibility in an organization leads to a better fit between people and their job. And we often find that the job we created turns out to add enormous value, which we otherwise might not have considered.

Try really hard not to give VCs control.

I love our VC firms. Our partners are incredibly smart and valuable. But I like them much more at under 50% than I would at 50.1%. That way, we don’t have the luxury of blaming someone else. We can only blame ourselves.

Leave your ego at the door.

I loathe to repeat a cliché, except I believe this one is so important. It’s also hard. One of the easiest things for a CEO--or anyone, actually--to delude themselves about is the depth of self-denial that goes on.

One way to make sure that you really live by that principle is to encourage communication in a non-hierarchal way. I encourage people to communicate with me who aren’t direct reports. Everyone knows it, so no one gets all twisted up about level-jumping.

I enjoy hearing directly from people who don’t report to me. Sometimes I get a perspective I don’t see from where I sit. And their emails can be direct and not full of “make the boss feel good” language. That’s one way to keep your ego in check, for sure.

Be honest about the consequences of growth.

There’s no way we can be the same company with 300 people that we were with 50 people. Of course we try hard to keep the spirit and entrepreneurial quirkiness. Frankly, that’s easier with the smaller brands, the new brands, the internal startups. That’s a way to keep the fire while the mature brands, like our Community Toolbar, enter different stages of adulthood.

Every company needs a piece of itself that reminds it of what it was.

Sharing success creates more of it.

It’s well known in the Israeli tech community that a very large percentage of our employees are shareholders, and we paid them a generous dividend in September. That includes our cleaning ladies. We don’t outsource that, we want them to feel part of the company. It’s fair to them, and it sends a message to everyone else in the organization: We recognize contributions.

Fonte: Fast Company / Ronen Shilo is the CEO of Israel's largest Internet company, Conduit.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Emplacamentos de veículos batem novo recorde em 2011




O ano de 2011 foi o melhor  da distribuição automotiva. Mesmo com a desaceleração da economia no segundo semestre, que provocou queda no crescimento estimado para automóveis e comerciais leves, o ano foi histórico para todos os segmentos, com mais de 5,7 milhões de unidades emplacadas no período. Este volume representa 4,91% de aumento  sobre os resultados obtidos em 2010, que registrou 5,4 milhões de unidades emplacadas.

Os emplacamentos de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos, implementos rodoviários e outros meios de transporte como carretinhas para jet Sky, etc), somaram 5.767.886 unidades em 2011, ante 5.497.836 unidades em 2010, numa alta de 4,91%. “A Crise na Europa também trouxe reflexos ao País, mas os resultados foram positivos mesmo com pequena retração. A crise na Europa contribuiu para a restrição de crédito no Brasil, mas isso não afetou o resultado final, e fechamos 2011 com números expressivos”, explicou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave (eleito em dezembro de 2011 para liderar a entidade até 2014). Entre novembro e dezembro, o crescimento do setor, no geral, foi de 10,58%, passando de 506.144 unidades para 559.719 unidades.

Previsão otimista para todos os segmentos em 2012

Diante de um PIB estimado em 3,5% para 2012, a Fenabrave projeta, conforme estimativas da MB Associados (consultoria econômica parceira da entidade), um crescimento de 5,76% nos emplacamentos de veículos, que devem chegar a 5.894.734 unidades este ano.

Os segmentos de automóveis e comerciais leves devem contabilizar 3.579.699 unidades emplacadas em 2012, num crescimento de 4,50% em relação a 2011.“Esse resultado positivo está relacionado à manutenção do emprego, ao aumento da renda, ao efeito do novo salário mínimo - elevado em 14% e que aumentará o poder de comprometimento de renda da população-, à queda dos juros, com a possibilidade da Taxa Selic chegar a 9% contra os 11% atuais, assim como a tendência de queda na inadimplência a partir do segundo trimestre, o que resultará no conseqüente aumento do crédito”, avalia Meneguetti.

Os emplacamentos de caminhões podem chegar a 189.235 unidades este ano, atingindo alta de 9,6%. “O crescimento esperado se deve ao bom resultado esperado pela agricultura, à retomada de crescimento da construção civil, entre outros setores, aos investimentos de infraestrutura que devem ser feitos pelo governo em função da proximidade da Copa do Mundo e Olimpíadas, reposição de frota e maior liberação de recursos pelo BNDES”, analisa o presidente da Fenabrave.

O aumento dos emplacamentos de ônibus em 2012, estimado em 14,3% e 39.718 unidades, refere-se à sazonalidade natural do segmento, e à proximidade das eleições municipais.

Também o segmento de motocicletas continuará se recuperando em 2012. A Fenabrave estima que devem ser emplacadas 2.086.082 motos este ano, num aumento de 7,5% sobre 2011. “O retorno do crédito e o aumento da renda, atrelada aos benefícios trazidos ao mercado pelo Sistema de Consórcios, por exemplo, serão componentes importantes para este resultado”, conclui Meneghetti.

Acompanhe abaixo o desempenho de cada segmento em 2011

Automóveis e Comerciais Leves – O volume de emplacamentos de automóveis e comerciais leves alcançou 3.425.596 unidades no acumulado de 2011, contra 3.328.950 unidades no ano anterior, registrando aumento de 2,90%. Foram emplacadas 329.198 unidades em dezembro, contra 305.238 em novembro. O desempenho dos segmentos foi 7,85% maior de novembro para dezembro.

Caminhões e Ônibus – O mercado de caminhões registrou números expressivos comparando os acumulados de 2011 e 2010. Foram emplacados 172.661 caminhões no ano passado, ante 157.409 unidades no mesmo período de 2010, uma alta de 9,69%. Comparando com o resultado de dezembro do ano passado (15.615 unidades) com novembro (13.434 veículos), o setor apresentou crescimento de 16,23%.

O segmento de ônibus apresentou crescimento de 21,73% no comparativo entre os acumulados 2010 e 2011, passando de 28.546 unidades (2010) para 34.749 (2011). De novembro para dezembro, o crescimento foi 23,04%, saltando de 2.904 unidades para 3.573.

Motos – O segmento de motos apresentou crescimento de 7,58% na comparação entre os acumulados de 2010 e 2011, passando de 1.803.772 unidades em 2010 para 1.940.564 em 2011. Comparando o resultado dos meses de novembro e dezembro, o setor de duas rodas registrou alta de 16,10%, aumentando de 166.671 unidades emplacadas para 193.510.

Implementos Rodoviários – Este setor teve uma pequena retração de 0,43% entre janeiro a dezembro de 2011. Foram comercializados em 2011, 58.557 unidades, contra 58.812 unidades no mesmo período de 2010. De novembro para dezembro, o setor apresentou alta de 11,95%, saltando de 4.494 unidades para 5.031.

Outros – Outros veículos, como carretinhas para Jet Ski, apresentaram crescimento de 24,75% comparando os acumulados, passando de 66.656 unidades para 83.153 unidades. Na comparação dos meses de novembro e dezembro, este setor também apresentou crescimento de 7,35%, aumentando de 7.649 unidades para 8.211 no mês anterior.

Fonte: Fenabrave

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Volkswagen Caminhões e Ônibus continua sendo a marca mais desejada do Brasil


Pelo terceiro ano consecutivo, a Volkswagen Caminhões e Ônibus é a Marca mais Desejada do Brasil, em pesquisa da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Fenabrave, na categoria Caminhões e Ônibus. Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America, fabricante dos caminhões e ônibus Volkswagen, recebeu hoje (24/11) o prêmio ao lado de Sérgio Zonta, presidente da Associação Brasileira dos Concessionários MAN Latin America – ACAV e de Ricardo Alouche, diretor de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da montadora, em congresso realizado de 23 a 25 de novembro em São Paulo (SP).

O prêmio é ganho pela MAN Latin America desde sua criação em 2009. A pesquisa foi realizada de forma online pelo portal internet da Fenabrave, e contou com a participação de concessionários de todas as marcas e segmentos. Eles avaliaram as marcas de maior destaque nas categorias automóveis e comerciais leves, caminhões e ônibus, motocicletas, tratores e máquinas agrícolas e implementos rodoviários.

“Este é mais um reconhecimento pelo trabalho realizado com os nossos clientes. São 147 concessionárias espalhados que atendem da melhor forma possível aqueles que carregam nossa marca por onde passam”, diz Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America.

Voto secreto

A pesquisa foi organizada a pedido da Fenabrave pela Scheuer Consultoria. O voto de cada concessionário foi confidencial, e cada empresário  pôde votar não só no segmento que atua, mas nas demais categorias. O distribuidor escolheu a primeira, segunda e terceira marca de sua preferência em cada segmento e, na apuração, foi aplicado o peso cinco, três e um, respectivamente.

“A rede de concessionários MAN Latin America conta com 1.940 boxes de serviços, 2.390 colaboradores e uma média mensal de atendimento de 48 mil passagens. É uma estrutura gigantesca a serviço de consumidores exigentes, que escolheram a marca Volkswagen para garantir a produtividade de suas frotas”, explica Ricardo Alouche.

Simultaneamente ao congresso, acontece a ExpoFenabrave, que conta com a exposição de produtos e serviços das diversas montadoras participantes. A MAN Latin America apresenta num estande de 100 metros quadrados as premiadas campanhas publicitárias Sob Medida da marca e folhetos com informações da empresa. Além disso, os visitantes poderão conferir de perto as miniaturas de caminhões MAN e Volkswagen, guiados por controle remoto, que foram destaque no estande da marca na Fenatran.

Fonte: Intelog

This One Leadership Quality Will Make or Break You


One of the most often overlooked aspects of leadership is the need for pursuit. Great leaders are never satisfied with traditional practice, static thinking, conventional wisdom, or common performance. In fact, the best leaders are simply uncomfortable with anything that embraces the status quo. Leadership is pursuit – pursuit of excellence, of elegance, of truth, of what’s next, of what if, of change, of value, of results, of relationships, of service, of knowledge, and of something bigger than themselves. In the text that follows I’ll examine the value of being a pursuer…

Here’s the thing – pursuit leads to attainment. What you pursue will determine the paths you travel, the people you associate with, the character you develop, and ultimately, what you do or don’t achieve. Having a mindset focused on pursuit is so critical to leadership that lacking this one quality can sentence you to mediocrity or even obsolescence. The manner, method, and motivation behind any pursuit is what sets truly great leaders apart from the masses. If you want to become a great leader, become a great pursuer.

A failure to embrace pursuit is to cede opportunity to others. A leader’s failure to pursue clarity leaves them amidst the fog. Their failure to pursue creativity relegates them to the routine and mundane. Their failure to pursue talent sentences them to a world of isolation. Their failure to pursue change approves apathy. Their failure to pursue wisdom and discernment subjects them to distraction and folly. Their failure to pursue character leaves a question mark on their integrity. Let me put this as simply as I can – you cannot attain what you do not pursue.

Smart leaders understand it’s not just enough to pursue, but pursuit must be intentional, focused, consistent, aggressive, and unyielding. You must pursue the right things, for the right reasons, and at the right times. Perhaps most of all, the best forms of pursuit enlist others in the chase. Pursuit in its purest form is highly collaborative, very inclusive and easily transferable. Pursuit operates at greatest strength when it leverages velocity and scale.

I also want to caution you against trivial pursuits – don’t confuse pursuit with simple goal setting. Outcomes are clearly important, but as a leader, it’s what happens after the outcome that you need to be in pursuit of. Pursue discovery, seek dissenting opinions, develop your ability unlearn by embracing how much you don’t know, and find the kind of vision that truly does see around corners. Don’t use your pursuits to shift paradigms, pursue breaking them. Knowing what not to pursue is just as important as knowing what to pursue.

It’s important to keep in mind that nothing tells the world more about a leader than what or who they pursue – that which you pursue is that which you value. If you message to your organization you value talent, but don’t treat people well and don’t spend time developing the talent around you, then I would suggest you value rhetoric more than talent. Put simply, you can wax eloquent all you like, but your actions will ultimately reveal what you truly value.

Lastly, the best leaders pursue being better leaders. They know to fail in this pursuit is nothing short of a guarantee they’ll be replaced by those who don’t. All leaders would be well served to go back to school on what I refer to as the science of pursuitology.

What’s been the best thing you’ve pursued? What pursuit has led you astray. Thoughts?

Fonte: Forbes by Mike Myatt

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

New Year's Resolutions: Four Steps To Becoming A Better Leader

By Duane Zobrist
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The new year is upon us, and one of the time-honored traditions for many is the making of resolutions for the upcoming year. From losing weight to spending more time with family, there are many ways for individuals to improve themselves. For business owners of course, the options are endless. In addition to personal resolutions, it doesn’t take most owners that much time to come up with a long list of changes to implement in the future.

One function that virtually every business owner shares is leadership--and for that reason I am going to examine four ways to become a better leader in 2012.

Open the channels of communication.

Every business owner knows that communication is important, but how many structure their business in a way that is conducive to organizational communication? Ask yourself this simple question: If an employee is in possession of a fact or an opinion that may be valuable to you or to others in your organization, will he or she feel free to bring it to the attention of the appropriate individual? Or are your employees so paralyzed by protocol or the fear of being wrong that they’ll keep their mouth shut?

Eliminate employee uncertainty.

One of the greatest frustrations for many employees in any industry is a lack of clarity in regards to their expectations and responsibilities. Take the time to create a precise job description for every position in your company, and clearly define all tasks and responsibilities. Eliminate uncertainty and watch productivity skyrocket!

Devote time each month to employee development.

In order to get the most from your employees, you need to invest time and resources in their development. Annual performance reviews simply aren’t enough. Make a point to sit down with each employee on a quarterly basis (or more frequently, if possible) and provide them with specific feedback and areas of improvement.

Lead by example.

If you expect your employees to buy in to your company culture and your way of doing things, you need to practice what you preach. Take a moment to evaluate yourself. Do you offer excellent customer service? Do you communicate openly with employees at all levels of your organization? Do you meet your deadlines and deliver on your word?

If you focus on these four areas in 2012, I can promise you that you’ll become an even more effective leader. Feel free to get in touch with me to learn more on this subject.

Fonte: Fast Company