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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Uso de etanol deve valer a pena a partir de maio, projeta especialista

Em Pernambuco, a relação entre o preço do litro do combustível verde e a gasolina é de 78% (Carlos Vieira/CB/D.A Press)

Por Cadu Caldas*

Nem o aumento no preço da gasolina, no final de janeiro, tornou o uso do etanol mais atrativo para o consumidor gaúcho. Ainda não é possível comprar álcool por menos de 70% do preço da gasolina, ponto de equilíbrio para compensar a diferença de rendimento dos dois combustíveis.


No Rio Grande do Sul, desde julho de 2010 o combustível de cana-de-açúcar não é a melhor opção para o motorista que deseja gastar menos. Problemas na safra e custos de mão de obra contribuíram para deixar o preço do produto menos atrativo. Para completar, muitos postos elevaram o valor do etanol após a alta na gasolina.
– Antes, a média era de 83%. Com o reajuste, diminuiu um pouco, mas não o suficiente para tornar o álcool uma boa alternativa – diz Eduardo Lopes, coordenador de produto da Ticket Car, empresa que faz comparações mensais de preços entre etanol e gasolina.
Porém, para a especialista no mercado de etanol Amaryllis Romano, da Tendências Consultoria, esse cenário vai mudar nos próximos meses.
– A partir de maio, o consumo de álcool vai valer a pena em todo o país, pois a safra será muito boa – afirma.
Diretor da União da Indústria de Cana-de-açúcar, Antônio de Pádua Rodrigues pondera que, embora a próxima safra tenha aumento de volume projetado de 10%, isso não significa que o etanol ficará mais barato, pois o preço depende de tributos e custos logísticos e operacionais.
Desde 2009, a venda de álcool vem caindo no país, segundo o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes. Até outubro de 2012, o consumo de etanol havia recuado 15% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural, Francisco Milanez lembra que a falta de competitividade dos preços do álcool no Estado está relacionada à distância dos produtores, concentrados na Região Sudeste. O valor do frete torna o produto ainda mais caro.
– Algumas pessoas utilizam o álcool por questão ideológica, mas o preço realmente é um limitador.
Vale a pena?
Para saber quando compensa trocar um combustível pelo outro, basta multiplicar o preço da gasolina por 0,7 e, assim, obter o valor de referência para o etanol:

Exemplo
R$ 2,89 (valor da gasolina) x 0,7 = R$ 2,02 (valor de referência para o etanol)

Conclusão
Então, se a gasolina custa R$ 2,89 e o álcool R$ 2,02 ou mais, compensa colocar gasolina, considerando a diferença no rendimento do automóvel com cada combustível. Abaixo disso, vale a pena abastecer com etanol. Mas é bom lembrar que o uso eventual de etanol ajuda na limpeza do motor.

*Colaborou Erik Farina

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

IPTC: Consumidor já paga até R$ 3 por litro de gasolina



Por Luiz Guilherme Gerbelli, de O Estado de S. Paulo
Postos de combustíveis não perderam tempo e já repassaram para as bombas o reajuste que foi autorizado para as refinarias na terça-feira
SÃO PAULO - O reajuste dos combustíveis já foi repassado para o consumidor. O acréscimo nas bombas foi entre R$ 0,10 e R$ 0,12 por litro. Nas cidades do Rio e de São Paulo, o preço por litro chegou a superar os R$ 3. Num posto da Rua Pedroso de Moraes, zona oeste paulistana, o preço do litro, por exemplo, passou de R$ 2,899 para R$ 3,019, uma alta de 4,1%.
O reajuste fez com que os motoristas corressem para os postos para aproveitar os preços antigos. Por volta do meio-dia, o taxista Antônio Fernando de Lima, de 65 anos, abasteceu o tanque do seu carro antes que um posto da Avenida Sumaré reajustasse os preços. "Preciso aproveitar. Não tenho como aumentar o valor da corrida para o cliente", disse ele, taxista há 28 anos.
Naquele posto, a economia de Lima foi de R$ 0,10 por litro - o preço da gasolina comum passou de R$ 2,699 para R$ 2,799 - uma alta de 3,7% - duas horas mais tarde. O aumento, contudo, diz ele, nem de longe lembram os reajustes promovidos no auge da inflação no País, nas décadas de 80 e 90, quando ele iniciava a carreira. Naquela época, os reajustes eram frequentes e as filas nos postos gigantescas. "O problema, agora, é que só Deus sabe quando vou poder aumentar a tarifa da corrida", disse. "Por enquanto, vou ficar com o prejuízo", afirmou.
Na refinaria. O governo federal autorizou a Petrobrás a reajustar o valor dos combustíveis nas refinarias na terça-feira. A gasolina foi reajustada em 6,6%, e o óleo diesel, 5,4%.
Para não espantar os clientes e por causa da concorrência, alguns donos de postos tentam diluir a alta, repassando um valor menor do que o reajuste já anunciado na terça-feira. "Ainda não sabemos de quanto vai ser o reajuste, mas só vamos repassar aquilo que vier da distribuidora", disse Fernando Sobral, gerente de outro posto na Avenida Sumaré
Em São Paulo, segundo o Índice de Preços Ticket Car, o preço médio do litro da gasolina encerrou o ano passado em R$ 2,689. No País, a média foi de R$ 2,884. "É difícil prever o aumento, tem a ver com a questão de mercado", afirmou Eduardo Lopes, coordenador de produto Ticket Car.
A tendência, diz ele, é que os donos de postos possam, inicialmente, absorver parte do impacto. "Se o vizinho do lado está com o preço baixo porque estava estocado, quem tende a aumentar deve absorver para depois pode fazer reajustes. O mercado é que manda", disse.
Além disso, a política dos reajustes diluídos pode se confirmar porque o preço do etanol tende a subir até maio por causa da entressafra da produção de cana-de-açúcar.
Aumentos nesta quinta. O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso (Sindipetróleo) informou que o preço médio da gasolina aditivada deve sofrer um reajuste entre 3% a 3,5%. Os aumentos passarão a ser praticados a partir desta quinta-feira.
Há postos que recebiam o diesel ao preço de R$ 2,17 e passaram a pagar pelo mesmo produto R$ 2,25. A gasolina custava R$ 2,50 e, agora, passou para R$ 2,61 e o etanol de R$ 1,52 subiu para R$ 1,60. A S10 subiu de R$ 2,20 para R$ 2,38.
O aumento não será linear vai depender do posto e da bandeira que ele opera. A média do preço da gasolina comum em Cuiabá é de R$ 2,97 e a aditivada é de R$ 2,99. Se for considerado o aumento repassado da distribuidora para o posto, por exemplo, no valor da aditivada, que foi de R$ 0,11 a gasolina aditivada vai chegar ao consumidor final ao preço de R$ R$ 3,10. COLABOROU FÁTIMA LESSA, ESPECIAL PARA O ESTADO

Fonte: Jornal O ESTADO DE S.PAULO, replicado nas revistas VEJA, EXAME, e ISTO É, entre outras.

Obs. Apesar de não ser o foco do site, sempre publicarei aqui as entrevistas e matérias do Ticket Car.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

São José tem a gasolina mais barata do Estado de São Paulo


By Bruno Castilho

Vivian Zwaricz
São José dos Campos

São José tem a gasolina mais barata do Estado de São Paulo. É o que mostra pesquisa de dezembro, quando o combustível na cidade foi cotado a R$ 2,61 em média, segundo o IPTC (Índice de Preços Ticket Car).Taubaté ficou em quarto lugar entre as mais baratas, empatada com Sorocaba, e marcou R$ 2,65 o litro.

Os números não surpreenderam o métri Adriano Lorenzetti, 28 anos. Segundo ele, em cidades vizinhas e em outros Estados, o valor da gasolina é bem maior.

“Estou de férias e de malas arrumadas para Santa Catarina. Lá é muito caro, sei porque morei lá. Dá vontade de encher vários galões e levar. Só de pensar, entro em desespero”, afirmou.

Mas o ranking surpreendeu quem trabalha na área.

“Não imaginava isso. Só quando saímos de São José que dá para perceber isso. Que bom para a gente”, disse o frentista João Paulo de Moura, 30 anos.

O motorista de Franca está desembolsando mais pelos dois combustíveis: o derivado do petróleo em média R$ 2,78 e o da cana de açúcar em média R$ 1,94.

Etanol. Entre as 15 cidades pesquisadas, São José ficou atrás de Taubaté em 1 centavo, mas as duas cidades estão longe de terem o etanol mais barato de São Paulo.

De acordo com o levantamento, a média do etanol em Taubaté ficou em R$ 1,88 e em São José em R$ 1,89, atrás de Americana, Araçatuba, Jundiaí, Limeira, Bauru, Sorocaba, Mogi das Cruzes, Piracicaba, Presidente Prudente, São José do Rio Preto e Santa Bárbara do Oeste.

“Não acho barato mesmo. Nem sempre dá para colocar etanol. Hoje, carro flex nem é tão lucrativo assim”, disse o fisioterapeuta Thomaz Nogueira, 31 anos.

Dica. Para quem tem veículo flex, a dica é fazer uma conta simples na hora de abastecer. Divida o preço do etanol pelo da gasolina. Resultados inferiores ou até 70% dão vantagem para o combustível vegetal, mais que isso o derivado do petróleo é a melhor opção.

“É importante que o consumidor fique atento faça a conta. O resultado você vê no bolso”, disse Jair Capatti Júnior, delegado do Corecon (Conselho Regional de Economia).

“Mas vale a pena lembrar que mesmo nos casos de vantagem econômica para a gasolina, o etanol é sempre ecologicamente mais indicado”, afirmou Eduardo Lopes, coordenador de produto Ticket Car.

A pesquisa também revela que em São José a média do diesel ficou em R$ 2,15, biodiesel em R$ 2,19 e GNV, R$ 1,84.

Em Taubaté, na mesma ordem, diesel R$ 2,13, biodiesel R$ 2,25 e GNV em R$ 1,79.

Na estrada. Quem vai viajar deve ficar atento. Segundo os dados, o motorista das outras regiões do Estado deverão encontrar as seguintes médias por litro: gasolina R$ 2,68, etanol R$ 1,86, diesel R$ 2,13, biodiesel R$ 2,17 e GNV R$ 1,63/m³.

Na capital, os motoristas enfrentam estabilidade no preço da gasolina, cotado a R$ 2,64 o litro, e aumento de 1,6% no valor do etanol, cotado em média a R$ 1,83 o litro.

“Quando meus parentes vêm do Sul do país, acham aqui mais barato mesmo. Mas infelizmente quando você opta em andar de carro, tem que pagar o preço”, disse a empresária Larissa Lessa, 33 anos. 


Fonte: O Vale

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Abastecer o carro na Zona Norte do Rio sai mais barato que na Zona Sul


A melhor opção para os motoristas do Rio é abastecer com a gasolina
A melhor opção para os motoristas do Rio é abastecer com a gasolina Foto: Agência Brasil
Um levantamento de preços feito pelo Índice de Preços Ticket Car (IPTC) em dezembro mostrou que para economizar com combustível no Rio de Janeiro a opção são os postos da Zona Norte da cidade. Quem abastece com gasolina na Tijuca paga, em média, R$ 2,85, enquanto o mesmo litro sai por R$ 3,01 em Copacabana, na Zona Sul. O etanol na Zona Norte custa R$ 2,24 e, em Botafogo, fica a R$ 2,43.

Em dezembro de 2012, o combustível teve discreto aumento de 1,10%, com preço médio cotado a R$ 2,31 em todo o estado. Ainda segundo a pesquisa é mais vantajoso abastecer com gasolina. As médias por litro na cidade do Rio de Janeiro são: gasolina R$ 2,88; etanol R$ 2,28; diesel R$ 2,18; biodiesel R$ 2,22 e GNV R$ 1,65/m³.

Para quem tem carro flex o coordenador da Ticket Car, Eduardo Lopes, ensina como saber qual combustível compensa. “Divida o preço do etanol pelo da gasolina. Resultados inferiores ou até 70% dão vantagem para o combustível vegetal, mais que isso o derivado do petróleo é a melhor opção”, diz.

Confira a média cobrada pelos combustíveis por bairro do Rio:

Centro
Gasolina: R$ 2,89
Etanol: R$ 2,29
Diesel: R$ 2,19
Biodiesel: R$ 2,29
GNV R$ 1,69

Zona Norte
Gasolina: R$ 2,85
Etanol: R$ 2,24
Diesel: R$ 2,18
Biodiesel: R$ 2,21
GNV: R$ 1,63

Zona Oeste
Gasolina: R$ 2,88
Etanol: R$ 2,31
Diesel: R$ 2,17
Biodiesel: R$ 2,22
GNV: R$ 1,66

Zona Sul
Gasolina : R$ 3,01
Etanol: R$ 2,43
Diesel: R$ 2,33
Biodiesel: -
GNV: R$ 1,85

Fonte: Jornal Extra

http://extra.globo.com/noticias/economia/abastecer-carro-na-zona-norte-do-rio-sai-mais-barato-que-na-zona-sul-7239012.html

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Paraíba tem gasolina mais barata do país

A Paraíba é o Estado que tem a gasolina mais barata no Brasil, foi o que revelou o Índice de Preços Ticket Car (IPTC). Com as alterações, as médias por litro são: gasolina R$ 2,708; etanol R$ 2,210; diesel R$ 2,010 e biodiesel R$ 2,053.

Já o motorista paraibano que optou abastecer com GNV pagou mais barato na hora de encher o tanque na primeira quinzena deste ano. O Gás Natural Veicular teve queda de 7,09%. Nas bombas, o combustível custou, em média, R$ 1,772/m.

Para quem tem veículo flex, a dica é fazer uma conta simples na hora de abastecer.

“Divida o preço do etanol pelo da gasolina. Resultados inferiores ou até 70% dão vantagem para o combustível vegetal, mais que isso o derivado do petróleo é a melhor opção”, explica Eduardo Lopes, coordenador de Produto do Ticket Car.

“Vale a pena lembrar que mesmo nos casos de vantagem econômica para a gasolina, o etanol é sempre ecologicamente mais indicado”, completa.
UF
Gasolina
Comum
Etanol
Comum
Diferença %
Dê preferência ao abastecimento com:
AC
3,293
2,590
78,7%
Gasolina
AL
2,836
2,333
82,3%
Gasolina
AM
3,118
2,507
80,4%
Gasolina
AP
2,910
2,435
83,7%
Gasolina
BA
2,838
2,132
75,1%
Gasolina
CE
2,850
2,266
79,5%
Gasolina
DF
2,843
2,280
80,2%
Gasolina
ES
2,907
2,508
86,3%
Gasolina
GO
2,936
2,087
71,1%
Gasolina
MA
2,873
2,230
77,6%
Gasolina
MG
2,902
2,274
78,4%
Gasolina
MS
2,886
2,276
78,9%
Gasolina
MT
3,102
2,332
75,2%
Gasolina
PA
3,039
2,443
80,4%
Gasolina
PB
2,708
2,210
81,6%
Gasolina
PE
2,756
2,255
81,8%
Gasolina
PI
2,866
2,390
83,4%
Gasolina
PR
2,797
2,063
73,7%
Gasolina
RJ
2,955
2,369
80,2%
Gasolina
RN
2,769
2,294
82,8%
Gasolina
RO
3,086
2,423
78,5%
Gasolina
RR
2,806
2,575
91,8%
Gasolina
RS
2,842
2,464
86,7%
Gasolina
SC
2,827
2,441
86,4%
Gasolina
SE
2,806
2,350
83,7%
Gasolina
SP
2,730
1,960
71,8%
Gasolina
TO
2,934
2,172
74,0%
Gasolina
Média Geral
2,897
2,321
80,1%
Gasolina
Dados IPTC - Índice de Preços Ticket Car




sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Nova lei elimina distinção entre trabalho na empresa ou a distância

Imagine trabalhar em casa, com horário flexível e carteira assinada? No Brasil, milhões de pessoas fazem isso. Uma lei publicada em dezembro modificou a CLT para incluir o teletrabalho e garantir direitos a esses profissionais.

Tem mesa vazia no escritório. Tem mesa ocupada em casa. Há cinco anos, o gerente de negócios Leandro Guedes trabalha a distância como outros 150 funcionários da empresa dele. Onde estiver, pelo computador ou pelo celular, fecha negócios com os clientes.

“Se você tem mais facilidade em se deslocar, se otimiza melhor o seu tempo, a sua performance no trabalho também vai melhorar”, diz.

Uma lei sancionada no meio de dezembro que alterou o artigo sexto da CLT determina que não há distinção entre trabalho na empresa, em casa ou a distância. A lei é uma tentativa de acompanhar o avanço da tecnologia e o aumento da preocupação com qualidade de vida. Agora, oficialmente, não importa mais o local de trabalho, mas se o trabalhador executa a tarefa determinada pela empresa.

O funcionário que trabalha longe do escritório e é registrado tem os mesmos direitos dos outros, como hora extra, adicional noturno e assistência em caso de acidente de trabalho. O controle das horas e a supervisão do trabalho podem ser feitos por meios eletrônicos, como, por exemplo, leitor de impressão digital.

“Na prática, temos mais segurança jurídica. As empresas vão se sentir mais seguras para contratar mais trabalhadores a distancia, inclusive aqueles que são portadores de necessidades especiais”, avalia o advogado Roberto Baungartner.

Hoje, estima-se que dez milhões de pessoas trabalhem a distância no Brasil. “As cidades vão ganhar com isso, porque as pessoas não precisam se deslocar todos os dias para as suas empresas, e os carros vão ficar em casa. Menos poluição, menos trânsito”, analisa Alvaro Augusto Araújo Mello, presidente da Sociedade Brasileira de Teletrabalho.

Na empresa de Leandro, quem fica em casa tem horário flexível, mas o chefe acompanha tudo de longe. A companhia banca móveis, equipamentos e energia elétrica. Mesmo assim, conseguiu reduzir custos porque diminuiu o número de escritórios.

“Nós economizamos R$ 3,5 bilhões nos últimos seis anos, e temos um índice de 90% de satisfação dos colaboradores, que dizem que não voltariam a trabalhar no escritório”, conta a diretora de recursos humanos Edna Bedani.

“Consigo estar mais com a minha família. Enfim, é vida pessoal, é qualidade de vida”, conclui Leandro.

Obs. clique na imagem para abrir o vídeo da matéria no JN

Fonte: G1 e Jornal Nacional

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Ticket lança o Ticket Frete e entra no mercado de gestão de fretes

A Ticket, atuante no mercado de frota pesada com o Ticket Car para a gestão das despesas com abastecimento, expande seus negócios e lança produto voltado ao mercado de gestão de fretes a fim de facilitar o gerenciamento de pagamentos realizados aos motoristas autônomos que prestam serviços as transportadoras. O Ticket Frete utiliza bandeira MasterCard e foi criado com o objetivo de ser uma ferramenta prática, moderna e segura para agilizar o pagamento do serviço, combustível, alimentação, oficinas e demais despesas de viagem com a garantia de um meio eletrônico de pagamento.

Com disponibilidade para saques na rede Cirrus, bandeira exclusiva da MasterCard para utilização em caixas eletrônicos, o cartão pré-pago Ticket Frete conta com toda a experiência Ticket de gestão de frota, sendo adaptável a qualquer solução de pedágio. Além disso, poderá ser utilizado em mais de 1,8 milhão de estabelecimentos comerciais credenciados à MasterCard no Brasil, que vão desde grandes redes até pequenos estabelecimentos na beira da estrada, passando pelos centros comerciais e os vilarejos do interior.

Homologado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, o Ticket Frete também contribui para o novo mercado de frete que movimenta cerca de R$60 bilhões ao ano, segundo estimativas da ANTT.

“A Ticket acumula 20 anos de experiência no mercado de gestão de frotas, sendo líder nessa atividade. Com todo esse know-how, temos uma melhor percepção das necessidades desse segmento. O mercado de frete é, de certa forma, carente de soluções customizadas, o que significa um nicho importante a ser explorado, com promissoras oportunidades de crescimento de nossos negócios no mercado de frota pesada, por isso estamos confiantes” enfatiza Eliane Aere, diretora da Unidade de Negócios Ticket Car.

“O Ticket Frete vem para agregar valor aos negócios de transportadoras e caminhoneiros autônomos, facilitando os processos e o dia a dia dos profissionais. A novidade proporcionará maior segurança e comodidade para o caminhoneiro, que poderá comprovar sua renda com o informe anual de rendimento - importante para financiamento do caminhão e outros bens - receber pelo serviço com datas acordadas e obter descontos e promoções exclusivas em combustíveis, alimentação entre outros. Já as transportadoras gerenciarão o contrato com maior facilidade, sem perder a qualidade do serviço, já que a quitação do frete só é liberada após a confirmação de recebimento e conferência do produto”, complementa Marco Mamari, diretor de Marketing e Produto do Ticket Car.

Em busca de soluções e inovações para o mercado, a Ticket investe no desenvolvimento de novos produtos. “Nossa intenção em criar um serviço voltado à gestão de fretes é proporcionar maior segurança para as empresas na hora de contratar terceiros e maior conveniência para os caminhoneiros utilizarem os créditos recebidos. A transportadora será capaz de acompanhar o relatório de movimentação e viagem em tempo real via web, até a confirmação da entrega da carga. Outro diferencial é que o cartão será sempre do caminhoneiro e, caso ele preste serviço para outras transportadoras clientes do Ticket Frete, ele receberá os créditos no mesmo cartão”, ressalta Eliane Aere.

Dentre outros benefícios, os meios eletrônicos de pagamento trazem a possibilidade da participação dos caminhoneiros em programas de fidelidade como o Surpreenda, que gera benefícios diretos aos usuários que pagam suas compras com os cartões da bandeira MasterCard e o Benefício Club – clube de vantagens para os usuários dos produtos Ticket . Segundo dados da ANTT hoje há aproximadamente 511 mil caminhoneiros autônomos registrados em atividade.

Como funciona o Ticket Frete- A transportadora contrata o motorista autônomo e realiza o pagamento do serviço por meio do Ticket Frete, podendo, inclusive, programar as datas em que os créditos ficarão disponíveis no cartão. Desde o início da viagem, o cartão está habilitado a realizar saques, compras em postos, oficinas, borracharias, supermercados, farmácias, restaurantes, lojas e outros estabelecimentos credenciados MasterCard. Uma vez a carga entregue no ponto de destino, com a devida confirmação, é realizada a quitação do frete e liberação do restante do pagamento ao caminhoneiro. Além disso, o caminhoneiro terá maior segurança, uma vez que levará consigo um meio eletrônico de pagamento, o que garante mais conveniência e praticidade, sem custo de adesão ou manutenção, e sem a necessidade de abertura de conta bancária.

Para o contratante, o Ticket Frete permite o gerenciamento total da viagem através da composição do frete por valores separados, com opção de pagamento do adiantamento em datas programadas e acesso em tempo real via web de: extrato financeiro (crédito e utilização), relatório de movimentação de viagem e pesquisa de caminhoneiros. Além disso, caso o contratante possua frota própria, ele ainda poderá contratar serviços exclusivos como a gestão de tacógrafo, telemetria para monitoramento online da carreta e informações sobre o volume real de emissão de CO2 dos veículos contratados, tendo uma visão completa de gestão.

Ticket- Presente no Brasil desde 1976, a Ticket conquistou a liderança histórica do setor de refeição-convênio, com o Ticket Restaurante. Nestes 35 anos no País, a empresa também ampliou seu leque de atuação, com o lançamento de produtos inovadores como o Ticket Alimentação, Ticket Car e Ticket Transporte.

Com abrangência nacional, a Ticket atende a 57 mil empresas-clientes e mais de 5 milhões de usuários, com 4,2 milhões de cartões eletrônicos em operação aceitos em uma rede de 320 mil estabelecimentos credenciados em 4,8 mil municípios brasileiros.

A Ticket é uma empresa Edenred – que integra as empresas Ticket e Accentiv´ Mimética.
Edenred- Criadora do Ticket Restaurante® e líder mundial em cartões e vouchers de serviços pré-pagos, no Brasil, a Edenred integra as marcas Ticket® e Accentiv´Mimética, oferecendo soluções que proporcionam maior bem-estar às pessoas e apoio ao melhor desempenho das empresas

As soluções oferecidas pela Edenred estão divididas em três famílias de soluções: . Benefícios para os trabalhadores e cidadãos na área de alimentação (Ticket Restaurante e Ticket Alimentação), Transporte (Ticket Transporte) e de qualidade de vida (Ticket CESU, Childcare Vouchers, entre outros)|.Gestão de despesas profissionais (Ticket Car)|.Programas de incentivo e recompensa (Top Premium, Presente Perfeito).

Cotada na Bolsa de Valores de Paris, a Edenred está presente em 40 países e conta com 6 mil colaboradores, cerca de 530 mil empresas-clientes, 1,2 milhão de estabelecimentos credenciados e 34,5 milhões de usuários. Em 2010 seu volume de emissão em cartões e vouchers foi de 13,9 bilhões de Euros, sendo mais de 55% em países emergentes.

Fonte: Intelog / www.ticketfrete.com.br