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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Caminhão VW Constellation 24.250 é mais vendido do Brasil em 2011



O modelo VW Constellation 24.250 ficou mais uma vez no topo da tabela de caminhões mais vendidos no País. A empresa comemora ainda a marca de líder em veículos comerciais com 61.968 unidades comercializadas

Pelo quinto ano consecutivo, um caminhão Volkswagen é o mais vendido do Brasil. O modelo VW Constellation 24.250, que há quatro anos ocupa o primeiro lugar no ranking, conquistou o topo da tabela com 12.721 unidades emplacadas, segundo dados públicos do Registro Nacional de Veículos Automotores - Renavam. Mais dois veículos Volkswagen aparecem no ranking: o VW Delivery 8.150 – líder do ranking em 2007 - foi o segundo colocado, com 7.688 unidades, e o VW Delivery 9.150, que conquistou a sétima colocação, com 5.061 caminhões emplacados no Brasil.

Além das excelentes colocações no ranking, a MAN Latin America comemora mais uma marca: a empresa é a primeira do País em vendas de veículos comerciais com 61.968 unidades entre caminhões e ônibus vendidos em 2011, um crescimento de 18% em relação a 2010. A empresa é ainda líder há nove anos consecutivos na venda de caminhões no Brasil. No ano passado, foram 50.829 caminhões emplacados e uma participação de 29,7%, de acordo com dados do Renavam.

Veículo de vocação estradeira, o VW Constellation 24.250 possui terceiro eixo de série e oferece a confiabilidade do motor eletrônico Cummins turbo intercooler. Sua cabine reúne características de grande conforto e produtividade, e é oferecida nas versões estendida e leito. Já o VW Delivery 8.150 alia as características de um caminhão robusto à maior capacidade de volume e carga. O modelo é ideal para frotas que fazem entregas urbanas e percorrem pequenas distâncias. Como os demais veículos da marca, a qualidade no acabamento e o pós-vendas eficiente completam os atrativos dos caminhões líderes de mercado.

Fonte: Portal Fator Brasil

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Emplacamentos de veículos batem novo recorde em 2011




O ano de 2011 foi o melhor  da distribuição automotiva. Mesmo com a desaceleração da economia no segundo semestre, que provocou queda no crescimento estimado para automóveis e comerciais leves, o ano foi histórico para todos os segmentos, com mais de 5,7 milhões de unidades emplacadas no período. Este volume representa 4,91% de aumento  sobre os resultados obtidos em 2010, que registrou 5,4 milhões de unidades emplacadas.

Os emplacamentos de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos, implementos rodoviários e outros meios de transporte como carretinhas para jet Sky, etc), somaram 5.767.886 unidades em 2011, ante 5.497.836 unidades em 2010, numa alta de 4,91%. “A Crise na Europa também trouxe reflexos ao País, mas os resultados foram positivos mesmo com pequena retração. A crise na Europa contribuiu para a restrição de crédito no Brasil, mas isso não afetou o resultado final, e fechamos 2011 com números expressivos”, explicou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave (eleito em dezembro de 2011 para liderar a entidade até 2014). Entre novembro e dezembro, o crescimento do setor, no geral, foi de 10,58%, passando de 506.144 unidades para 559.719 unidades.

Previsão otimista para todos os segmentos em 2012

Diante de um PIB estimado em 3,5% para 2012, a Fenabrave projeta, conforme estimativas da MB Associados (consultoria econômica parceira da entidade), um crescimento de 5,76% nos emplacamentos de veículos, que devem chegar a 5.894.734 unidades este ano.

Os segmentos de automóveis e comerciais leves devem contabilizar 3.579.699 unidades emplacadas em 2012, num crescimento de 4,50% em relação a 2011.“Esse resultado positivo está relacionado à manutenção do emprego, ao aumento da renda, ao efeito do novo salário mínimo - elevado em 14% e que aumentará o poder de comprometimento de renda da população-, à queda dos juros, com a possibilidade da Taxa Selic chegar a 9% contra os 11% atuais, assim como a tendência de queda na inadimplência a partir do segundo trimestre, o que resultará no conseqüente aumento do crédito”, avalia Meneguetti.

Os emplacamentos de caminhões podem chegar a 189.235 unidades este ano, atingindo alta de 9,6%. “O crescimento esperado se deve ao bom resultado esperado pela agricultura, à retomada de crescimento da construção civil, entre outros setores, aos investimentos de infraestrutura que devem ser feitos pelo governo em função da proximidade da Copa do Mundo e Olimpíadas, reposição de frota e maior liberação de recursos pelo BNDES”, analisa o presidente da Fenabrave.

O aumento dos emplacamentos de ônibus em 2012, estimado em 14,3% e 39.718 unidades, refere-se à sazonalidade natural do segmento, e à proximidade das eleições municipais.

Também o segmento de motocicletas continuará se recuperando em 2012. A Fenabrave estima que devem ser emplacadas 2.086.082 motos este ano, num aumento de 7,5% sobre 2011. “O retorno do crédito e o aumento da renda, atrelada aos benefícios trazidos ao mercado pelo Sistema de Consórcios, por exemplo, serão componentes importantes para este resultado”, conclui Meneghetti.

Acompanhe abaixo o desempenho de cada segmento em 2011

Automóveis e Comerciais Leves – O volume de emplacamentos de automóveis e comerciais leves alcançou 3.425.596 unidades no acumulado de 2011, contra 3.328.950 unidades no ano anterior, registrando aumento de 2,90%. Foram emplacadas 329.198 unidades em dezembro, contra 305.238 em novembro. O desempenho dos segmentos foi 7,85% maior de novembro para dezembro.

Caminhões e Ônibus – O mercado de caminhões registrou números expressivos comparando os acumulados de 2011 e 2010. Foram emplacados 172.661 caminhões no ano passado, ante 157.409 unidades no mesmo período de 2010, uma alta de 9,69%. Comparando com o resultado de dezembro do ano passado (15.615 unidades) com novembro (13.434 veículos), o setor apresentou crescimento de 16,23%.

O segmento de ônibus apresentou crescimento de 21,73% no comparativo entre os acumulados 2010 e 2011, passando de 28.546 unidades (2010) para 34.749 (2011). De novembro para dezembro, o crescimento foi 23,04%, saltando de 2.904 unidades para 3.573.

Motos – O segmento de motos apresentou crescimento de 7,58% na comparação entre os acumulados de 2010 e 2011, passando de 1.803.772 unidades em 2010 para 1.940.564 em 2011. Comparando o resultado dos meses de novembro e dezembro, o setor de duas rodas registrou alta de 16,10%, aumentando de 166.671 unidades emplacadas para 193.510.

Implementos Rodoviários – Este setor teve uma pequena retração de 0,43% entre janeiro a dezembro de 2011. Foram comercializados em 2011, 58.557 unidades, contra 58.812 unidades no mesmo período de 2010. De novembro para dezembro, o setor apresentou alta de 11,95%, saltando de 4.494 unidades para 5.031.

Outros – Outros veículos, como carretinhas para Jet Ski, apresentaram crescimento de 24,75% comparando os acumulados, passando de 66.656 unidades para 83.153 unidades. Na comparação dos meses de novembro e dezembro, este setor também apresentou crescimento de 7,35%, aumentando de 7.649 unidades para 8.211 no mês anterior.

Fonte: Fenabrave

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Venda de Carros bate novo recorde


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A indústria automobilística bateu novo recorde de vendas no mercado brasileiro em 2011. O emplacamento de carros e comerciais leves somou 3,426 milhões de unidades, segundo fontes do setor.

O número representa crescimento de 2,9% sobre a marca anterior, registrada em 2010, quando foram vendidos 3,329 milhões de veículos. Foi o quinto recorde consecutivo de vendas registrado pelas montadoras no País.

Ainda assim, o resultado ficou abaixo das estimativas da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que projetava para as vendas internas do setor como um todo crescimento de 5% no começo de 2011 e revisou sua previsão para 3,3% em novembro último.

As projeções iniciais da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) para o ano apontavam crescimento de 4,2% nas vendas de automóveis e comerciais leves.

Apostas

As montadoras acreditavam que o pagamento do 13.º salário ajudaria a empurrar as vendas no fim do ano, assim como as medidas do governo que reduziram as exigências para financiamentos de longo prazo impostas em dezembro do ano passado, quando a intenção era frear o consumo.

Além disso, em meados de dezembro, passou a valer a elevação em 30 pontos porcentuais da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos importados.

As vendas de importados vinham apresentando forte crescimento desde o início do ano. O novo valor do imposto tem validade até o fim de 2012.

O desempenho de dezembro ficou 8,8% abaixo do alcançado em igual período de 2010. As vendas de carros e comerciais leves novos somaram 329,2 mil unidades no mês, ante 361,2 mil em dezembro do ano anterior. Já na comparação com novembro de 2010, o resultado foi um crescimento de 7,8%.

Ranking

A italiana Fiat segue na liderança do mercado de automóveis e comerciais leves. A fabricante somou 754.276 unidades vendidas em 2010 (22% de participação).

A alemã Volkswagen ficou com a segunda maior fatia do mercado, com 698.404 unidades (20,4%), seguida pela americana General Motors, com 632.259 (18,4%).

A Ford manteve-se no quarto lugar, com 314.016 unidades vendidas (9,2%) e a Renault, em quinto, com 194.294 (5,7%).

Os números oficiais das vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, assim como o ranking das montadoras, serão divulgadas amanhã pela Fenabrave. / COLABOROU ALINE BRONZATI

Fonte: O Estado de S. Paulo, Por Marcelo Rehder

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Indústria de implementos rodoviários comemora desempenho de 2011


Os fabricantes de implementos rodoviários (reboques, semirreboques, carroçarias sobre chassis, 3º eixos, bitrens e rodotrens) – que respondem por 68.000 empregos diretos e indiretos - estão comemorando o excelente desempenho do setor durante o exercício de 2011.

De acordo com Cesar Pissetti, vice-presidente do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (Simefre), a indústria está encerrando o exercício com vendas 7,5% maiores do que as registradas no ano anterior.

Pissetti acredita que o setor deve emplacar até o final de dezembro cerca de 183 mil unidades, contra os 170 mil implementos emplacados em 2010. Com esse resultado, a indústria deve faturar cerca de R$7,5 bilhões, ante os R$ 6,8 bilhões de 2010 (considerando-se as vendas dos equipamentos completos e peças).

Influência positiva

Segundo ele, o resultado global da indústria foi impulsionado pelo bom comportamento do agronegócio e o pelo preço das commodities agrícolas, que ajudou os produtores brasileiros a se capitalizarem e realizarem investimentos. Outro fator considerado muito positivo, o qual deve continuar influindo positivamente nos próximos anos é o aquecimento do mercado da construção civil (impulsionado pelas obras do PAC I e II), não esquecendo as obras preparatórias para Copa 2014, Olimpíada em 2016, Pré-Sal e outros. A disponibilidade de crédito (Finame e PSI) a juros e prazos acessíveis, também refletiu, assim como os investimentos em infraestrutura no Brasil, o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) com alíquota igual a 0%, aumento quantitativo e do poder aquisitivo da classe média e crescimento do PIB (Produto Interno Bruto).

Influência negativa

O desempenho dos fabricantes de implementos rodoviários poderia ter sido melhor não fossem alguns fatores que contribuíram negativamente para o resultado. Entre eles, Pissetti menciona a: inflação acima da meta; tendência de desaceleração do consumo pelo alto endividamento; lenta recuperação americana e crise na região do Euro; baixa competitividade brasileira devido câmbio; aumento de preços devido obrigatoriedade de caminhão 6x4 para bitrem e protetor lateral para semirreboques; infraestrutura e logística deficientes; falta de clareza no Programa Brasil Maior e escassez de mão-de-obra qualificada.

Dos emplacamentos esperados para 2011, Pissetti estima que os implementos da linha pesada deverão responder por 57 mil unidades e os da linha leve por 126 mil unidades. “As exportações serão responsáveis por aproximadamente 5.000 unidades de linha pesada, ante as 4.468 unidades exportadas em 2010”, diz o vice-presidente do SIMEFRE.

Perspectivas para 2012-No entender do vice-presidente do SIMEFRE, a indústria fabricante de implementos rodoviários trabalha com perspectivas bastante positivas para 2012. Os fabricantes deverão emplacar cerca de 193 mil unidades (linha leve e pesada), resultado que será 5,4% maior do que os 183 mil implementos projetados para 2011 no mercado interno.

A previsão para exportação em 2012 fica em torno de 5000 unidades de linha pesada, repetindo 2011. Com este resultado, o faturamento das empresas da área deverá ser da ordem de R$ 7,9 bilhões.

Quando dividimos a expectativa de 2012 por linha de produtos, projetamos para o segmento de reboques e semirreboques, o emplacamento de 58,5 mil unidades, com crescimento de 2,6% sobre as 57 mil de 2011. Já as carroçarias sobre chassis responderão por 134,5 mil unidades, crescendo 6,7% sobre as 126 mil unidades emplacadas no exercício que termina.

Os fatores que poderão influenciar positiva e negativamente o setor em 2012 são basicamente os mesmos dos registrados nos dois últimos anos.

Fonte: Intelog

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

2011 será outro bom ano, mas fabricantes de caminhões estão apreensivos com 2012


As previsões se confirmaram: 2011 será mais um ano com recorde de vendas de caminhões. A julgar pelo acumulado de janeiro a novembro deste ano (157.241 unidades) contra o mesmo período do ano passado (140.223 veículos), registrando acréscimo de 12,1% nos negócios realizados, independente de dezembro, que normalmente se vende menos, este ano fecha perto de 170 mil unidades.

No acumulado deste ano, com exceção da Scania (que teve queda de 11% nas vendas), todas as demais fabricantes registraram crescimento. Destaque para a Volvo, que registrou expansão de quase 30% e Iveco, que deu um salto de 25,5% nos negócios do ano passado para este. A nacional Agrale também consta no grupo das fabricantes que mais cresceram registrando 20,2% mais vendas este ano que no ano passado.

Maior acesso a financiamento, juros em leve declínio e, principalmente, antecipação das compras de veículos Euro 3 são as principais razões pela destacada expansão das vendas de caminhões, de acordo com Cledorvino Belini, presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

O mês de novembro deste ano registrou vendas de 13.441 caminhões, uma pequena queda de 3,2%, em relação a outubro (13.882 unidades). Comparando com novembro do ano passado (14.566 veículos) a queda foi de 7,7%. Para Belini, com mais crédito e juros menores, todo o setor automotivo pode crescer entre 4% a 5% no ano que vem.

Contudo, as previsões não são tão otimistas para o segmento de caminhões. Marco Saltini, diretor de assuntos governamentais e institucionais da MAN Latin America, prevê queda de 10% nas vendas totais de caminhões no ano que vem em comparação com este ano, em função dos preços mais elevados dos veículos que atendem a Euro 5. O presidente da MAN, Roberto Cortes, defende a criação de um “Finame Verde” para os veículos produzidos no ano que vem como tentativa de se reverter ou minimizar esta tendência de queda.

Fonte: Mauro Cassane / Portal Brasil Caminhoneiro

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Carros importados respondem por 23% das vendas


As importações neste ano também vão bater recorde e devem responder por mais de 23% das vendas totais. Até novembro foram licenciados 763,7 mil veículos fabricados fora do País, número 32,3% superior ao de 2010. No mesmo período, as vendas de carros nacionais caíram 1,4%, para 2,521 milhões de unidades.

Cledorvino Belini, da Anfavea, acredita que o aumento de 30 pontos porcentuais na alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados de fora do Mercosul e México - que entra em vigor no dia 16 -, vai mudar o mix entre produção nacional e importados. “O carro nacional deverá ocupar mais espaço dentro desse mix”.

As montadoras respondem por 85% das importações e trazem produtos principalmente da Argentina e México, para onde também exportam.

De janeiro a outubro, 44% dos importados vieram da Argentina, 19% da Coreia, 13% do México, 9,3% da China, 7,7% da Europa e 3,7% do Japão.

Foto: O Estado de S. Paulo

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Mercado de carros se recupera e cresce 14,6%

As vendas da indústria automobilística tiveram recuperação de 14,6% em novembro na comparação com o mês anterior, somando 321,6 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus.

No ano, o setor acumula 3,28 milhões de unidades comercializadas, alta de 4,8% em relação a igual período de 2010.

Com esse resultado, dificilmente a previsão de vender 3,7 milhões de veículos em 2011 será atingida. Ainda assim, o resultado anual será recorde, pois deve superar os 3,5 milhões de carros vendidos no ano passado.

Para garantir o novo marco, as montadoras devem realizar diversas promoções, principalmente para desovar estoques de modelos da linha 2011/2011.

A General Motors saiu na frente e promove hoje e amanhã feirões nas fábricas de São Caetano do Sul, no ABC paulista, e de São José dos Campos, no Vale do Paraíba.

Para atingir a projeção feita no início do ano pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o mercado brasileiro teria de consumir mais de 400 mil veículos neste mês, número jamais atingido.

O recorde mensal até o momento é o de dezembro de 2010, com 381,5 mil unidades, quando houve uma corrida às lojas após o governo anunciar medidas de restrição ao crédito.

Para o diretor da consultoria ADK, Paulo Roberto Garbossa, o consumidor voltou às compras após o governo iniciar ações para afrouxar as restrições ao consumo.

“Talvez o próprio governo tenha percebido que as medidas do ano passado foram fortes demais.” Ontem, um pacote mais amplo de incentivo ao consumo foi anunciado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Só em automóveis e comerciais leves foram vendidas 305,3 mil unidades em novembro, 15,8% mais que no mês anterior, mas 2% menos que em igual mês de 2010.

No ano, as vendas do segmento somam 3,1 milhões de unidades, 4,4% mais que no mesmo intervalo de 2010.

A Fiat segue na liderança do mercado de automóveis e comerciais leves, com 66,3 mil unidades vendidas (21,7% de participação), seguida por Volkswagen, com 60,1 mil (19,7%) e General Motors, com 56,9 mil (18,6%).

A Ford manteve-se no quarto lugar, com 27 mil unidades (8,7%) e a Renault, em quinto, com 21,9 mil (7,1%). As demais marcas ficaram com participações abaixo de 3,6%.

Fonte: O Estado de S. Paulo

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Produção nacional de caminhões e ônibus cresce em ritmo acelerado


A produção de veículos no mercado brasileiro somou 274,5 mil unidades em novembro deste ano, uma queda de 9,1% na comparação com novembro de 2010 e expansão de 3,4% quando comparada ao mês anterior.

Esse desempenho da fabricação freada combinada ao aumento de 14,6% nas vendas para 321,6 mil unidades levou à redução dos estoques que vinham incomodando as montadoras.

Ao final de novembro havia no pátio das empresas e das concessionárias o equivalente a 35 dias de produção, no mês passado esse número estava em 40 dias.

Os dados foram divulgados ontem pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Apesar das vendas maiores em relação ao mês de outubro, na comparação com novembro o desempenho comercial do setor automotivo recuou 2,1%.

Apesar desses números negativos do setor como um todo, o segmento de caminhões continua a mostrar o desempenho positivo que vem apresentando em 2011.

A produção desses veículos somou 19.289 unidades, 10,9% a mais que no mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano a saíram das montadoras de caminhões quase 198 mil veículos, 13,5% a mais que no ano passado.

Dentre as categorias, os mais fabricados no ano continuam sendo os semipesados e pesados, com 68.680 e 60.248 veículos, respectivamente altas de 19,1% e de 7,7% ante mesmo período do ano passado.

O resultado fez os semipesados também ultrapassarem os veículos do segmento leve como os mais fabricados do ano em termos percentuais. Agora, os leves apresentam alta de 18% no ano até novembro.

O ritmo de vendas, porém, continua se descolando da produção. Enquanto no mês passado 76% da produção haviam sido comercializados, em outubro esse indicador voltou a recuar e ficou em cerca de 70%. O número de licenciamentos somou 13.441 unidades.

No ano, as vendas parecem estar colocando o pé no freio à medida que as novas regras de emissão de poluentes se aproximam e com essa regra, um quase certo aumento de preços de veículos novos entre 15% e 20%, de acordo com montadoras ouvidas pelo Portal Transporta Brasil.

A MAN (que fabrica e comercializa a marca própria e da Volkswagen) é a primeira colocada em vendas. No acumulado do ano, a alemã vendeu 46.510 veículos, cerca de 30% do mercado nacional, um crescimento de 14,8% ante 2010.

Esse volume de vendas está 19,7% acima da segunda colocada, a Mercedes-Benz, que encerrou os 11 meses de 2011 com a comercialização de 38.849 veículos, alta de 5,9% no período.

Em terceiro aparece a Ford com 27.588, em quarto a Volvo com 17.234, crescimento de 30% e em quinto a Iveco com 13.050 caminhões no ano, expansão de 25,5%.

A Scania continua a perder participação de mercado 11% em comparação a 2010 e continua em sexto lugar no mercado brasileiro.

Não houve mudanças nos segmentos mais vendidos. Os semipesados continuam no primeiro lugar com crescimento de 20,5%, os semileves aparecem novamente com o segundo maior crescimento em comparação a 2010 com 14,8%, seguido dos leves com 14% de vendas a mais.

Em número de unidades comercializadas os semipesados registraram 53.616 caminhões no ano e os pesados aparecem logo a seguir com 47.268 veículos entregues.

Apesar de reduzir um pouco a participação de mercado, os importados continuam apresentando um crescimento expressivo.

Em onze meses a expansão está em 56,8% ante os 57,4% do mês passado em comparação a 2010. Os pesados têm as maiores vendas com um total de 2.050 unidades vendidas no Brasil somente em 2011.

Ônibus e automóveis


Na categoria para transporte de passageiros (incluindo chassis), as vendas consolidadas do ano seguem o ritmo de crescimento.

Enquanto no mês de outubro esse indicador alcançou alta de 22,1%, com 28.170 unidades no acumulado até novembro alcançou vendas de 31.106, crescimento de 21,6%.

Mais de 24 mil unidades foram fabricadas pela Mercedes e MAN, as primeiras colocadas, respectivamente.

Com a soma das vendas entre veículos leves e comerciais leves, a Fiat continuou como a marca mais vendida do ano com 685.110 unidades.

Em segundo lugar está a alemã Volkswagen com 638.540 carros comercializados. Em terceiro lugar está a GM com 571.312 veículos e em quarto a Ford, 285.659 unidades novas colocadas no mercado.

A francesa Renault, continua em quinto lugar com 172.724 carros. No total, foram vendidos 3.096.486 veículos dessas duas categorias.

Na avaliação do presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, os estoques estão em um nível normal. “Se nós considerarmos que a maior parte dos países trabalha com 60 dias de estoque estamos com um nível bastante coerente e adaptado à realidade”, afirmou.

E a perspectiva é de que o setor feche com um número menor ainda porque ele lembrou que a maioria das montadoras entrará em férias coletivas depois do Natal e algumas permanecerão fechadas na primeira quinzena de janeiro.

“Nós paramos nos primeiros quinze dias de janeiro, que acaba sendo um período de ajuste de estoques também. Além disso, o mês de janeiro é mais fraco em vendas, fato que deve equilibrar os estoques”, estimou o executivo, que também é o presidente da Fiat.

Para ele, o desempenho do mês de novembro foi uma grande surpresa. Fatores como a maior disponibilidade de crédito e ao aumento do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados, deve contribuir para o aumento das vendas do setor no mercado interno em 2012.

“Acreditamos que a indústria brasileira vai ter uma maior participação nas vendas”, comemorou.

Apesar do otimismo, a entidade revisou para baixo a projeção de vendas para este ano. A nova previsão é de que as montadoras vendam 50 mil unidades a menos, ou seja, passarão de 3,680 milhões de unidades para 3,630 milhões, se esse número se confirmar, o crescimento no ano será de 3,3%.

Fonte: Transporta Brasil, Por Maurício Ferla

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Queda no licenciamento de caminhões em outubro não reflete o desempenho crescente dos últimos dez meses



A frieza dos números poderia causar desânimo, mas é preciso analisar com reservas a redução média de 5,4% que ocorreu no licenciamento de todos os segmentos de caminhões no mês de outubro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (07/11) pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

Na contramão dos índices negativos, ocorreu um aumento médio de 12,6% também em todos os segmentos no período de janeiro a outubro deste ano – uma prova do fôlego do mercado interno nacional, que em 2011 já assistiu ao licenciamento de 143.800 caminhões.

Levando em conta o total de caminhões licenciados (semileves, leves, médios, semipesados e pesados), outubro registrou o número absoluto de 13.882 veículos, 7,2% a menos em relação ao mês anterior (quando ocorreram 14.960 licenciamentos). Mas, na comparação de janeiro a outubro de 2011 com igual período de 2010, há um aumento de 14,4% – em números absolutos, 143.800 licenciamentos ante 125.657.

O nicho que registrou a maior alta de licenciamentos nos últimos 10 meses foi o de caminhões semipesados (veículos em que o Peso Bruto Total Combinado dos cavalos mecânicos fica abaixo das 40 toneladas): 24,1%. Foram 49.178 licenciamentos em 2011 ante 39.627 do ano passado. A marca que mais vendeu semipesados foi a MAN Latin America, com 17.927 licenciamentos em 2011 ante os 13.888 registrados no período entre janeiro e outubro de 2010.

Fonte: por Fábio Rogério do Portal Brasil Caminhoneiro

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Procura por caminhão supera alta do PIB

 
O aumento médio do PIB de 4,4% ao ano, de 2002 a 2010, fez a procura por caminhões para transporte de cargas aumentar 12% ao ano, no mesmo período, segundo pesquisa divulgada ontem pelo Instituto ILOS, especializado em logística.
 
A maior necessidade de caminhões prolonga a demora na entrega de novos modelos às transportadoras e aumenta também o tempo de espera para a contratação de serviços de carga.
 
Em alguns casos, empresas recorrem a ilegalidades, admitiu o diretor do ILOS, Paulo Fleury.
 
"Às vezes se põe motoristas para trabalhar 48 horas, ou se aumenta a capacidade do peso (acima do limite legal)", disse Fleury, na abertura do Fórum Internacional de Logística, ontem, no Hotel Intercontinental, em São Conrado, na zona sul do Rio.
 
Pesquisa feita pelo ILOS com entrevistas em cem empresas, entre as mil de maior faturamento, mostra que o transporte de cargas ainda é fundamentalmente feito por caminhão no Brasil.
 
O transporte por rodovia foi a única forma adotada por 26% delas. E outras 96% usam caminhões para escoar mais da metade da produção, de acordo com o ILOS.
 
O domínio do caminhão é confirmado em outra pesquisa, também do ILOS, sobre o custo da logística no faturamento das empresas.
 
O peso dos caminhões no total de carga transportada no país pouco variou de 2004 a 2010, passando de 66% a 68%. Nos Estados Unidos, a fatia que fica com o transporte rodoviário é de 28,7%, de acordo com o ILOS.
 
"Está faltando capacidade dos outros modais (meios de transporte), e o rodoviário acaba sendo a única opção para uma série de empresas", avaliou Maurício Lima, diretor de capacitação do ILOS e autor da pesquisa.
 
Dados de emplacamento e licenciamento de caminhões, registrados pela Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores) e pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos), comprovam a maior procura de caminhões apontada pelo ILOS.
 
Até agosto, o número chegou a 114.796. Em todo o ano de 2010, a quantidade total foi de 157.633.
 
Fonte: Folha.com

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Venda de veículos bate recorde e ultrapassa 2 milhões no ano


As vendas de veículos novos bateram mais um recorde no acumulado do ano, com o emplacamento de 2,043 milhões de unidades de janeiro a julho, segundo os dados obtidos pela Folha.

Essa quantidade representa uma expansão de 8,6% sobre igual período em 2010 (1,882 milhão), que detinha a melhor marca até então.

Considerando apenas julho, foram licenciados 306,2 mil automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões, com o resultado também atingindo uma nova marca para o mês.

O número aponta um leve crescimento de 0,6% ante junho e de 1,3% sobre o montante contabilizado no mesmo intervalo no ano passado.

A perspectiva para todo o ano é que as vendas cheguem a 3,69 milhões de veículos, com crescimento de 5% ante 2010, segundo projeções da Anfavea (associação das montadoras).

Uma pesquisa da ProTeste mostra que os bancos costumam ter taxas e condições melhores para os clientes do que as encontradas nas concessionárias.

O levantamento aponta ainda que, até o ano passado, era comum encontrar financiamentos de 72 meses, que “sumiram” em 2011. A maioria dos bancos só libera o crédito de 60% do valor do veículo.

Fonte: Folha Online, Por TATIANA RESENDE

quarta-feira, 15 de junho de 2011

América do Sul é desigual em vendas de veículos e crescimento


Por Joel Leite

A diferença do volume de vendas entre os países da América do Sul é tão grande que não dá pra falar num "mercado regional". Veja, na tabela, os dados relativos ao período janeiro a abril deste ano.

O Brasil é o líder absoluto e distante de qualquer concorrente. É responsável pela venda de sete de cada dez carros no Continente. De janeiro a abril vendeu 272 mil, das 380 mil unidades comercializadas na América do Sul no período. A Argentina, que se recupera de uma crise profunda, vendeu apenas 61 mil carros e o terceiro colocado, o Chile, vendeu em quatro meses o equivalente ao que o Brasil comercializa num dia, 14,2 mil unidades.

A seguir vêm a Colômbia, 10,9 mil unidades e a Venezuela, com 10,6 mil. Números muito baixos considerando que são países de importância no Continente.

Equador e Peru venderam no primeiro quadrimestre cerca de cinco mil carros cada um. E ambos estão crescendo. O Peru, com 5,5 mil unidades, vendeu 14,7% mais do que no primeiro quadrimestre de 2010, enquanto o Equador cresceu 3%, com 4.953 carros vendidos este ano.

O Uruguai vendeu apenas dois mil carros e Paraguai e Bolívia menos de 100 por mês. Ambos estão tendo queda de vendas este ano (veja tabela).

Os países melhor posicionados no ranking, no entanto, estão em crescimento. A exceção é o Uruguai, que vende apenas 500 carros/mês mas é o país que mais cresce: + 30,8% de janeiro a abril.

O aumento de vendas mais consistente, no entanto, é da Argentina, que cresceu 26,9% no primeiro quadrimestre do ano, passando de 48.598 para 61.673 unidades.

Peru, Chile, Brasil e Equador crescem, enquanto a Venezuela, ao lado de Bolívia e Paraguai, experimenta queda nas vendas. A Colômbia mantém as vendas estáveis.

FONTE: Auto Informe

Quem mais cresceu na América do Sul (janeiro a abril de 2011)

Sobe
Adbr 2010
Abr 2011
Variação %
URUGUAI
1.537
2.010
30,8%
ARGENTINA
48.598
61.673
26,9%
PERU
4.796
5.500
14,7%
CHILE
13.549
14.231
5,0%
BRASIL
261.881
272.898
4,2%
EQUADOR
4.809
4.953
3,0%
COLÔMBIA
10.960
10.961
0,0%
PARAGUAI
623
562
-9,8%
BOLÍVIA
511
452
-11,5%
VENEZUELA
10.677
8.534
-20,1%


Fonte: Jato Consult