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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

IPTC: Consumidor já paga até R$ 3 por litro de gasolina



Por Luiz Guilherme Gerbelli, de O Estado de S. Paulo
Postos de combustíveis não perderam tempo e já repassaram para as bombas o reajuste que foi autorizado para as refinarias na terça-feira
SÃO PAULO - O reajuste dos combustíveis já foi repassado para o consumidor. O acréscimo nas bombas foi entre R$ 0,10 e R$ 0,12 por litro. Nas cidades do Rio e de São Paulo, o preço por litro chegou a superar os R$ 3. Num posto da Rua Pedroso de Moraes, zona oeste paulistana, o preço do litro, por exemplo, passou de R$ 2,899 para R$ 3,019, uma alta de 4,1%.
O reajuste fez com que os motoristas corressem para os postos para aproveitar os preços antigos. Por volta do meio-dia, o taxista Antônio Fernando de Lima, de 65 anos, abasteceu o tanque do seu carro antes que um posto da Avenida Sumaré reajustasse os preços. "Preciso aproveitar. Não tenho como aumentar o valor da corrida para o cliente", disse ele, taxista há 28 anos.
Naquele posto, a economia de Lima foi de R$ 0,10 por litro - o preço da gasolina comum passou de R$ 2,699 para R$ 2,799 - uma alta de 3,7% - duas horas mais tarde. O aumento, contudo, diz ele, nem de longe lembram os reajustes promovidos no auge da inflação no País, nas décadas de 80 e 90, quando ele iniciava a carreira. Naquela época, os reajustes eram frequentes e as filas nos postos gigantescas. "O problema, agora, é que só Deus sabe quando vou poder aumentar a tarifa da corrida", disse. "Por enquanto, vou ficar com o prejuízo", afirmou.
Na refinaria. O governo federal autorizou a Petrobrás a reajustar o valor dos combustíveis nas refinarias na terça-feira. A gasolina foi reajustada em 6,6%, e o óleo diesel, 5,4%.
Para não espantar os clientes e por causa da concorrência, alguns donos de postos tentam diluir a alta, repassando um valor menor do que o reajuste já anunciado na terça-feira. "Ainda não sabemos de quanto vai ser o reajuste, mas só vamos repassar aquilo que vier da distribuidora", disse Fernando Sobral, gerente de outro posto na Avenida Sumaré
Em São Paulo, segundo o Índice de Preços Ticket Car, o preço médio do litro da gasolina encerrou o ano passado em R$ 2,689. No País, a média foi de R$ 2,884. "É difícil prever o aumento, tem a ver com a questão de mercado", afirmou Eduardo Lopes, coordenador de produto Ticket Car.
A tendência, diz ele, é que os donos de postos possam, inicialmente, absorver parte do impacto. "Se o vizinho do lado está com o preço baixo porque estava estocado, quem tende a aumentar deve absorver para depois pode fazer reajustes. O mercado é que manda", disse.
Além disso, a política dos reajustes diluídos pode se confirmar porque o preço do etanol tende a subir até maio por causa da entressafra da produção de cana-de-açúcar.
Aumentos nesta quinta. O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso (Sindipetróleo) informou que o preço médio da gasolina aditivada deve sofrer um reajuste entre 3% a 3,5%. Os aumentos passarão a ser praticados a partir desta quinta-feira.
Há postos que recebiam o diesel ao preço de R$ 2,17 e passaram a pagar pelo mesmo produto R$ 2,25. A gasolina custava R$ 2,50 e, agora, passou para R$ 2,61 e o etanol de R$ 1,52 subiu para R$ 1,60. A S10 subiu de R$ 2,20 para R$ 2,38.
O aumento não será linear vai depender do posto e da bandeira que ele opera. A média do preço da gasolina comum em Cuiabá é de R$ 2,97 e a aditivada é de R$ 2,99. Se for considerado o aumento repassado da distribuidora para o posto, por exemplo, no valor da aditivada, que foi de R$ 0,11 a gasolina aditivada vai chegar ao consumidor final ao preço de R$ R$ 3,10. COLABOROU FÁTIMA LESSA, ESPECIAL PARA O ESTADO

Fonte: Jornal O ESTADO DE S.PAULO, replicado nas revistas VEJA, EXAME, e ISTO É, entre outras.

Obs. Apesar de não ser o foco do site, sempre publicarei aqui as entrevistas e matérias do Ticket Car.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

São José tem a gasolina mais barata do Estado de São Paulo


By Bruno Castilho

Vivian Zwaricz
São José dos Campos

São José tem a gasolina mais barata do Estado de São Paulo. É o que mostra pesquisa de dezembro, quando o combustível na cidade foi cotado a R$ 2,61 em média, segundo o IPTC (Índice de Preços Ticket Car).Taubaté ficou em quarto lugar entre as mais baratas, empatada com Sorocaba, e marcou R$ 2,65 o litro.

Os números não surpreenderam o métri Adriano Lorenzetti, 28 anos. Segundo ele, em cidades vizinhas e em outros Estados, o valor da gasolina é bem maior.

“Estou de férias e de malas arrumadas para Santa Catarina. Lá é muito caro, sei porque morei lá. Dá vontade de encher vários galões e levar. Só de pensar, entro em desespero”, afirmou.

Mas o ranking surpreendeu quem trabalha na área.

“Não imaginava isso. Só quando saímos de São José que dá para perceber isso. Que bom para a gente”, disse o frentista João Paulo de Moura, 30 anos.

O motorista de Franca está desembolsando mais pelos dois combustíveis: o derivado do petróleo em média R$ 2,78 e o da cana de açúcar em média R$ 1,94.

Etanol. Entre as 15 cidades pesquisadas, São José ficou atrás de Taubaté em 1 centavo, mas as duas cidades estão longe de terem o etanol mais barato de São Paulo.

De acordo com o levantamento, a média do etanol em Taubaté ficou em R$ 1,88 e em São José em R$ 1,89, atrás de Americana, Araçatuba, Jundiaí, Limeira, Bauru, Sorocaba, Mogi das Cruzes, Piracicaba, Presidente Prudente, São José do Rio Preto e Santa Bárbara do Oeste.

“Não acho barato mesmo. Nem sempre dá para colocar etanol. Hoje, carro flex nem é tão lucrativo assim”, disse o fisioterapeuta Thomaz Nogueira, 31 anos.

Dica. Para quem tem veículo flex, a dica é fazer uma conta simples na hora de abastecer. Divida o preço do etanol pelo da gasolina. Resultados inferiores ou até 70% dão vantagem para o combustível vegetal, mais que isso o derivado do petróleo é a melhor opção.

“É importante que o consumidor fique atento faça a conta. O resultado você vê no bolso”, disse Jair Capatti Júnior, delegado do Corecon (Conselho Regional de Economia).

“Mas vale a pena lembrar que mesmo nos casos de vantagem econômica para a gasolina, o etanol é sempre ecologicamente mais indicado”, afirmou Eduardo Lopes, coordenador de produto Ticket Car.

A pesquisa também revela que em São José a média do diesel ficou em R$ 2,15, biodiesel em R$ 2,19 e GNV, R$ 1,84.

Em Taubaté, na mesma ordem, diesel R$ 2,13, biodiesel R$ 2,25 e GNV em R$ 1,79.

Na estrada. Quem vai viajar deve ficar atento. Segundo os dados, o motorista das outras regiões do Estado deverão encontrar as seguintes médias por litro: gasolina R$ 2,68, etanol R$ 1,86, diesel R$ 2,13, biodiesel R$ 2,17 e GNV R$ 1,63/m³.

Na capital, os motoristas enfrentam estabilidade no preço da gasolina, cotado a R$ 2,64 o litro, e aumento de 1,6% no valor do etanol, cotado em média a R$ 1,83 o litro.

“Quando meus parentes vêm do Sul do país, acham aqui mais barato mesmo. Mas infelizmente quando você opta em andar de carro, tem que pagar o preço”, disse a empresária Larissa Lessa, 33 anos. 


Fonte: O Vale

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Abastecer o carro na Zona Norte do Rio sai mais barato que na Zona Sul


A melhor opção para os motoristas do Rio é abastecer com a gasolina
A melhor opção para os motoristas do Rio é abastecer com a gasolina Foto: Agência Brasil
Um levantamento de preços feito pelo Índice de Preços Ticket Car (IPTC) em dezembro mostrou que para economizar com combustível no Rio de Janeiro a opção são os postos da Zona Norte da cidade. Quem abastece com gasolina na Tijuca paga, em média, R$ 2,85, enquanto o mesmo litro sai por R$ 3,01 em Copacabana, na Zona Sul. O etanol na Zona Norte custa R$ 2,24 e, em Botafogo, fica a R$ 2,43.

Em dezembro de 2012, o combustível teve discreto aumento de 1,10%, com preço médio cotado a R$ 2,31 em todo o estado. Ainda segundo a pesquisa é mais vantajoso abastecer com gasolina. As médias por litro na cidade do Rio de Janeiro são: gasolina R$ 2,88; etanol R$ 2,28; diesel R$ 2,18; biodiesel R$ 2,22 e GNV R$ 1,65/m³.

Para quem tem carro flex o coordenador da Ticket Car, Eduardo Lopes, ensina como saber qual combustível compensa. “Divida o preço do etanol pelo da gasolina. Resultados inferiores ou até 70% dão vantagem para o combustível vegetal, mais que isso o derivado do petróleo é a melhor opção”, diz.

Confira a média cobrada pelos combustíveis por bairro do Rio:

Centro
Gasolina: R$ 2,89
Etanol: R$ 2,29
Diesel: R$ 2,19
Biodiesel: R$ 2,29
GNV R$ 1,69

Zona Norte
Gasolina: R$ 2,85
Etanol: R$ 2,24
Diesel: R$ 2,18
Biodiesel: R$ 2,21
GNV: R$ 1,63

Zona Oeste
Gasolina: R$ 2,88
Etanol: R$ 2,31
Diesel: R$ 2,17
Biodiesel: R$ 2,22
GNV: R$ 1,66

Zona Sul
Gasolina : R$ 3,01
Etanol: R$ 2,43
Diesel: R$ 2,33
Biodiesel: -
GNV: R$ 1,85

Fonte: Jornal Extra

http://extra.globo.com/noticias/economia/abastecer-carro-na-zona-norte-do-rio-sai-mais-barato-que-na-zona-sul-7239012.html

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Aumento da gasolina e do diesel nas refinarias não será repassado ao consumidor, diz sindicato


O cálculo para a redução da alíquota da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), incidente sobre a comercialização de combustíveis, foi “benfeito”, na avaliação do presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), Alísio Vaz. Ele disse que, graças a essa medida, conforme o Decreto 7.591, publicado no último dia 31 no Diário Oficial da União, a elevação pela Petrobras dos preços da gasolina e do diesel nas refinarias a partir de 1/11 não vai ser repassada ao consumidor.

De acordo com a estatal, o reajuste foi necessário diante das oscilações da cotação do barril do petróleo no exterior.

“Em termos de impacto ao consumidor [a decisão do governo de reduzir a Cide] foi correta. Quando [a contribuição] foi concebida, um dos seus papéis seria esse, de servir como amortecedor para o aumento de preços nas refinarias. Como agora aparentemente houve necessidade [de reajuste de preços] para melhorar a remuneração das refinarias e não se desejava que isso trouxesse impacto ao consumidor, foi feita uma compensação perfeita. O cálculo foi benfeito e o não repasse está garantido.”

O presidente do Sindicom disse que ainda é cedo para prever o que vai acontecer em junho de 2012, quando termina o prazo anunciado pelo governo para a redução da contribuição. "O governo abriu mão de arrecadar a Cide e disse que [a diminuição] dura até meados do ano que vem. O que vai acontecer depois disso teremos que esperar para saber”, ponderou.

A medida prevê que, nos próximos oito meses, as alíquotas da gasolina passarão de R$ 0,192 por litro para R$ 0,091 por litro, com redução de 52,6%. Para o óleo diesel, o tributo cairá de R$ 0,07 para R$ 0,047 por litro, o que representa queda de 32,8%.

A Cide foi criada em 2001 para financiar os investimentos no setor de transportes, especificamente as obras de construção e manutenção de infraestrutura.

Fonte:Agência Brasil

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Etanol perde espaço no ‘mix’ de combustíveis

O etanol hidratado deve perder em 2011 uma boa fatia de participação nos tanques de combustíveis dos brasileiros.

Com preços médios 32% mais altos que em 2010, o hidratado, que abastece diretamente os veículos, ficará com apenas 25% de participação nesse mercado, o menor desde 2006, segundo projeção da Informa Economics FNP. Os 75% restantes ficarão com a gasolina C, que já tem em sua mistura o etanol anidro.

No ano passado, o percentual de mercado para o hidratado foi de 33,54%. Em 2008 e 2009, período de auge do consumo de etanol na década, a fatia ficou muito próxima de 40%.

A projeção da FNP é que o mercado total (gasolina C e hidratado) deverá crescer 2,1% neste ano, ritmo menor do que nos dois últimos ciclos, quando as taxas anuais ficaram entre 7% e 8%.

Assim, considerando o crescimento de 2,1%, o consumo de hidratado em 2011 deve atingir 11,58 bilhões de litros, ante os 15,07 bilhões de litros registrados em 2010.

A gasolina C, com os 75% restantes, terá consumo no ano de 34,26 bilhões de litros. A avaliação da FNP não considera o consumo dos veículos leves movidos a Gás Natural Veicular (GNV) e nem a diesel.

De acordo com projeção da SCA Trading, maior comercializadora de etanol do país, se for considerado o mercado todo de etanol - hidratado e anidro -, a participação do biocombustível sobe para patamares próximos de 40% - no entanto, também bem abaixo dos mais de 50% atingidos em 2009.

Independentemente da comparação, o fato é que haverá uma forte retração do etanol neste ano e poucos sinais de que esses níveis vão mudar nos próximos dois anos, diz Jacqueline Bierhals, gerente de Agroenergia da FNP.

“Teremos uma estabilidade para o etanol e para o mercado de combustíveis como um todo”, diz a especialista da FNP, que lançou neste mês seu segundo relatório anual de energias renováveis (Renergy).

No primeiro caso, o motivo da inércia está nos próprios fundamentos do setor sucroalcooleiro, que vem de um período de pouca oferta de cana, com poucas chances de se equilibrar em apenas dois anos.

Com isso, as indústrias estão produzindo menos etanol e a consequência é a alta dos preços, que estão bem menos atrativos ao consumidor final, nos postos.

Conforme dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP) referentes à semana encerrada em 15 de outubro, só é vantagem abastecer com etanol nos Estados de Mato Grosso, Goiás e Tocantins, regiões onde o preço do etanol só é competitivo - ou seja, vale menos de 70% do preço da gasolina - porque a gasolina custa mais caro. No Estado de São Paulo, maior consumidor nacional, essa relação está no limite, em 69,76%.

Apesar do apelo ambiental do etanol, que emite menos poluentes do que a gasolina, está no “bolso” o principal fator de decisão do brasileiro, agora sob o efeito da era “flex”, dos carros bicombustíveis.
Somente na usina em São Paulo, o litro do etanol hidratado está valendo neste momento 24% mais do que há um ano.

Para se ter uma ideia do quanto o consumo tem relação com o preço, em 2008, auge da demanda por etanol no mercado interno brasileiro, o indicador Cepea/Esalq para o hidratado foi de R$ 0,7192 por litro na usina em São Paulo.

Em 2009, outro ano de grande consumo, essa média subiu, mas apenas um pouco, para R$ 0,76, sem afetar a competitividade com a gasolina. Já em 2010, saltou para R$ 0,9105 e, no acumulado desse ano, já está bateu em R$ 1,2030.

Esses níveis baixos de participação do etanol em relação à gasolina devem persistir em 2012, diz Alísio Mendes Vaz, presidente-executivo do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom), cujas associadas representam 60% do mercado de etanol do país. Isso porque, afirma ele, não há perspectivas de crescimento significativo na oferta de cana no ano que vem.
Jacqueline Bierhals, da FNP, também não vê recuperação do “market share” do etanol no curto prazo.

“No melhor dos cenários, a produção de cana do ano vem será igual à dessa safra”, completa. Ela considera que até pode haver crescimento na oferta do etanol no país, sobretudo porque a perspectiva de aumento na produção mundial de açúcar (o que trará mais concorrência com o açúcar brasileiro) deve estimular as usinas do país a usarem mais caldo da cana para etanol. “Mas se houver avanço, será pequeno e sem grandes impactos no mercado”, diz.

Um cenário de “abundância” na oferta de etanol, como o ocorrido entre 2007 e 2009, não deve se repetir no setor, diz Martinho Seiiti Ono, presidente da SCA Trading.

“O perfil das empresas que lideram esse mercado mudou pós-crise de 2008. São multinacionais e fundos de private equity, caracterizados por uma racionalização do retorno dos investimentos. E hoje não há certeza de que o capital aplicado em projetos novos de etanol vai oferecer retorno”, diz Seiiti Ono.

Fonte: Valor Econômico, Por Fabiana Batista

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Preço do etanol em São Paulo chega a R$ 1,92

O preço do etanol subiu em média 1,27% em setembro na cidade de São Paulo. O litro do derivado de cana fechou o mês com preço médio de R$ 1,92, de acordo com levantamento feito pelo Índice de Preços Ticket Car (IPTC), e segue em desvantagem em relação ao preço da gasolina, vendida a R$ 2,71 o litro. O litro de óleo diesel custa R$ 1,99, enquanto que o GNV sai por R$ 1,26 o m³.

Citroën C4 Pallas mecânico - foto Luís Perez
O preço do etanol pode subir ainda mais em dezembro
O etanol deve subir ainda mais durante a entressafra da cana-de-açúcar, que vai de dezembro a março. Para evitar uma elevação ainda maior, o governo deve publicar ainda esta semana uma Medida Provisória (MP) que vai estimular o armazenamento do combustível durante o período.

O jeito mais usado para saber qual combustível é mais rentável consiste em dividir o preço do etanol pelo da gasolina. Resultados inferiores ou até 0,70 dão vantagem para o combustível vegetal. Se o valor for maior do que isso o derivado do petróleo passa a ser a melhor opção.

Entretanto, a maneira mais correta de saber qual o combustível mais rentável é calcular o custo por quilômetro rodado com cada combustível, uma vez que alguns modelos têm consumo parecido ou diferenças muito grandes com os dois combustíveis.

Para isso basta medir o consumo do carro com etanol e com gasolina e depois dividir o preço do litro pelo resultado encontrado. Um carro que tenha consumo médio de 8 km/l com etanol terá custo de R$ 0,24 por quilômetro rodado. Se com gasolina o mesmo carro fizer 13 km/l, o preço para rodar 1 km será de R$ 0,20.

Fonte: Interpress Motor